sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Encontro Ança

No âmbito da campanha para a presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, Mário Ruivo reuniu com os militantes da Secção de Ança.
Perante uma sala cheia o candidato falou no alheamento dos cidadãos face política, bem como na tendência generalizada dos próprios militantes do Partido Socialista ao afastamento gradual da participação política activa.
Mário Ruivo apontou como causas fundamentais para esta espiral de alheamento a falta de ética, verdade e respeito pelos militantes bem como a constante tentativa de camuflar através da intriga, do boato e da mentira a total ausência de verdadeiros projectos políticos.
O candidato defendeu que no mundo globalizado mas simultaneamente fragmentado em que vivemos, em que as tradicionais esferas de pertença (de carácter ideológico e sociológico) entraram em colapso, cabe aos dirigentes partidários a responsabilidade e a ambição de (re)encontrar novas formas de identificação dos cidadãos à política e à cidadania activa e que esse percurso se inicia exactamente no interior dos partidos políticos.
Assim, Mário Ruivo preconizou por um lado a transparência, a honestidade e o respeito pelos militantes e por outro o recuperar dos velhos e nobres valores da esquerda democrática e o inconformismo e exigência nos projectos políticos apresentados no próximo congresso. Defendeu que estas eleições devem representar mais do que a mera procura do voto pontual ou do apoio circunstancial dos militantes através do perpetuar de eternas promessas e da utilização da intriga e maledicência para preencher o vazio de propostas.
O candidato falou assim do seu projecto para a Federação do Partido Socialista convidando os militantes desta secção a contribuírem para a sua elaboração final através de propostas concretas ou da participação activa no conjunto de conferências que está a ser realizado no âmbito desta candidatura.
Para Mário Ruivo só a aposta neste tipo de iniciativas de debate interno e a apresentação de projectos políticos alicerçados nesta discussão e consubstanciados numa verdadeira visão estratégica para o distrito podem permitir a aproximação dos cidadãos aos partidos e fundamentalmente a Dignificação da política e dos políticos.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Debate: " Desenvolvimento Sustentável do Mundo Rural – do Pinhal à Beira Serra "

C O N V I T E

No âmbito da campanha de Mário Ruivo à presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, irá realizar-se no próximo dia 15/Setembro/2008 pelas 21,30 horas, no Hotel S. Paulo, em Oliveira do Hospital, uma sessão subordinada ao tema: "Desenvolvimento Sustentável do Mundo Rural – do Pinhal à Beira Serra", integrada no ciclo de debates "Novas Causas para o Distrito de Coimbra".
Esta sessão, para a qual o(a) convidamos a estar presente, será moderada por José Francisco Rolo, e terá a participação de: António Campos, Armando Carvalho e Sérgio Correia.
Mais uma vez, tivemos a preocupação na escolha dos nossos convidados. Só gente especializada e esclarecida nos poderá ajudar a encontrar os melhores caminhos e as melhores soluções, para a resolução dos problemas que afectam a Região Centro.
Saudações socialistas.
Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação

domingo, 7 de setembro de 2008

Encontro em Taveiro - Coimbra

No âmbito da campanha para a presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, Mário Ruivo foi ontem recebido por militantes da Secção de Taveiro.
Foi mais uma oportunidade para o candidato à Federação explicar porque razão acha que é o militante mais bem colocado para gerir os destinos do Partido no distrito de Coimbra. Essa convicção vem ganhando força com o crescente apoio que tem recebido por todo o distrito. Acima de tudo, assume a diferença nos métodos de trabalho e na organização partidária e disse duma forma bem clara: “Se vier a ser o próximo presidente da Federação, como espero, e ganharmos as próximas eleições legislativas, é minha vontade continuar a trabalhar em Coimbra e aqui servir o meu partido e a minha região”.
No decorrer deste encontro, foi transmitido ao candidato a desmotivação que existe em alguns militantes daquela secção, devido à forma de funcionamento daquela estrutura, pelo que Mário Ruivo se mostrou disponível para colaborar, mas não para interferir. “Cabe aos militantes de cada secção, organizarem-se e escolherem os melhores para as mais variadas funções. Só militantes disponíveis, formam secções activas e dinâmicas”, referiu Mário Ruivo.
Saudações socialistas.
Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Ciclo de Conferências

Tal como estava previsto e após o período de férias por excelência, o mês de Agosto, a Comissão de Candidatura de Mário Ruivo à presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista vai retomar já este mês o seu Ciclo de Conferências.
No próximo dia 15/Setembro, em Oliveira do Hospital, iremos organizar uma conferência subordinada ao tema: "Desenvolvimento Sustentável do Mundo Rural – do Pinhal à Beira Serra".
Ainda em Setembro, no dia 19, em Soure, iremos realizar uma outra conferência, subordinada ao tema: "A Política no Feminino".
Nas conferências anteriores, muito participativas, procurámos ouvir a opinião de gente especializada, militantes e independentes, mas nunca descurando a participação dos nossos militantes. Só um partido vivo a nível distrital, poderá ser uma voz respeitada na Região Centro.
É nesta procura de encontrar as melhores respostas para os problemas que nos preocupam, com resultados muito positivos, que nos levam a acreditar que estamos no bom caminho, pelo que iremos continuar a fazer uma campanha pela positiva.

Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Encontro em Maiorca

Mário Ruivo reuniu com militantes da secção de Maiorca, Figueira da Foz, num alegre convívio e com a participação significativa dos militantes daquela estrutura do Partido Socialista, os quais aderiram em bloco à sua candidatura.
Numa secção em que sente dinamismo e empenhamento dos militantes, coordenados pelo camarada António José (To Zé), um militante empenhado na defesa da sua estrutura, foi possível efectuar um debate aberto e construtivo durante algumas horas.
Mário Ruivo reafirmou os seus princípios de candidatura, salientando que só respeitando as secções e o poder das concelhias na definição das politicas locais se pode ter estruturas mobilizadas e motivadas, rejeitando toda e qualquer interferência futura do presidente da Federação nesse trabalho político-partidário.
"A Figueira da Foz merece ter uma concelhia respeitada e acarinhada e tem de assumir um papel correspondente ao poder que tem na estrutura partidária e ao eleitorado que representa. Para isso, tem de manter-se unida e fazer opções fortes. Assumo aqui perante vocês a garantia que comigo será respeitada e terá o reconhecimento que merece e que espero ser proporcional ao apoio que tenho no concelho", afirmou Mário Ruivo, reafirmando que "a Figueira da Foz não precisa de esperar nada mas reclamar o que tem direito".
" É preciso determinação e valores. Estes são os princípios da intervenção política e são os mesmos que têm orientado o nosso Governo. Sem a reunião desses dois elementos não há futuro político. São cem metros de ilusões" afirmou Mário Ruivo, num discurso em que esclareceu toda a sua orientação política para o futuro da Federação Distrital do PS.
Com alguma mágoa lamentou que se pretenda fazer desta campanha uma questão pessoal quando ela é uma questão política, esclarecendo todos os presentes que lhe colocaram questões que têm sido levantadas durante esta campanha com o objectivo de desviar a atenção do que é essencial. Os militantes presentes reconheceram a forma frontal, digna e esclarecedora do candidato, manifestando-lhe o desejo de que a sua postura seja sempre a mesma no futuro para benefício da credibilidade do Partido Socialista no Distrito de Coimbra."

domingo, 31 de agosto de 2008

Jantar/Convívio na Tocha

À medida que avança a eleição para a presidência da Federação Distrital do PS/Coimbra, aumentam também os convites para que Mário Ruivo se desloque aos mais variados sítios, mais ainda quando cada vez mais camaradas acreditam na sua vitória.
Desta vez, mais do que uma sessão de esclarecimento, foi realizado um jantar/convívio, mas nem por isso se perdeu o essencial: saber o que o candidato irá fazer quando exercer as funções de Presidente da Federação de Coimbra do Partido Socialista.
Como sempre, e pautando a sua intervenção pela positiva, Mário Ruivo foi informando porque razão se disponibilizou a entrar nesta corrida. Objectivamente, informou que quer “devolver o Partido aos militantes, porque são eles a razão de ser do próprio Partido Socialista, assente na solidariedade, na ética e na liberdade”, defendeu o candidato à Federação.
Como tem acontecido, Mário Ruivo continua a mostrar a sua disponibilidade para se encontrar com todos os militantes do distrito de Coimbra. “É preciso que haja um debate livre e democrático e ele só pode ser feito directamente com os militantes, o que irá acontecer também depois da minha eleição”, afirmou Mário Ruivo neste jantar/convívio.
Saudações socialistas.
Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação

sábado, 30 de agosto de 2008

Encontro em Eiras - Coimbra

No âmbito da campanha para a presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, Mário Ruivo foi recebido por militantes desta secção na passada quinta-feira.
Apesar de estarmos em pleno período de férias, ainda foram vários os militantes que quiseram ouvir pessoalmente o candidato.
Durante mais de duas horas, Mário Ruivo esclareceu todas as dúvidas e respondeu a todas as perguntas que lhe foram formuladas. A ideia era esclarecer e debater, e foi isso que o candidato à Federação do PS/Coimbra fez com determinação, esclarecendo cabalmente todas as dúvidas, mas sempre numa perspectiva positiva, como tem sido apanágio da sua postura durante esta eleição interna.
Mário Ruivo, a exemplo do que tem feito em outras reuniões com militantes, informou os socialistas presentes das razões da sua candidatura, que passam, entre outras, pela defesa da ética e da solidariedade socialista, promovendo um debate permanente com todas as estruturas do PS do distrito de Coimbra, porque é preciso ouvir os militantes em todas as alturas e não só em períodos eleitorais. É também importante que estes se mobilizem na vida interna do partido. Não é possível que os secretariados eleitos não reúnam, porque isso é um factor de desmobilização.
A terminar, Mário Ruivo informou que “não patrocinei qualquer candidatura às secções ou às concelhias, porque essa era a única forma do próximo presidente da Federação ser um aglutinador de todos os militantes do distrito de Coimbra”.
Saudações socialistas.
Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação

terça-feira, 19 de agosto de 2008

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Encontro com militantes de Coimbra

Promovido pela sua Comissão de Candidatura, Mário Ruivo participou num jantar/debate com dezenas de militantes e alguns simpatizantes num restaurante em Coimbra.
Manuel da Costa, coordenador da Comissão de Candidatura, informou que “este encontro é mais para ouvir a vossa opinião. Decidimos avançar, porque o PS em Coimbra está a sofrer de alguma descredibilização. Por isso, muitos de nós decidimos voltar ao envolvimento activo na vida interna do Partido Socialista, com o único objectivo de ajudar à recuperação da sua credibilidade. Temos todos que participar nesta luta, porque não há alternativas fora da área partidária. Temos o nosso programa, mas queremos ouvir de vocês novos contributos para que isso aconteça.”.
Foram muitos os presentes que quiseram intervir. Um traço comum de todas as intervenções, é o reconhecimento de uma grande desmobilização no partido, culpando-se, por isso, os actuais dirigentes.
Duma forma unânime, foi transmitido a Mário Ruivo que só ele neste momento poderá trazer alguma esperança ao partido em Coimbra, pelos apoios já recolhidos, pela sua determinação e convicção e pela capacidade que tem revelado em mobilizar pessoas, reunindo na sua candidatura muitos apoios que nos últimos actos eleitorais estavam em diferentes candidaturas.
Na sua intervenção, Mário Ruivo referiu-se a esta questão, repetindo o que disse anteriormente noutras ocasiões: “Depois das eleições para a Federação, conto com todos os militantes do distrito de Coimbra, incluindo aqueles que estão na outra candidatura, porque nela também estão militantes de grande valor que têm sabido comportar-se com a dignidade própria do nosso partido”, afirmou o candidato à Federação do PS de Coimbra. Referiu ainda que “estão aqui alguns presidentes de junta para nos darem a sua visão de proximidade aos cidadãos, para ouvirmos a sua valiosa experiência e para lhes dizer que comigo, será diferente no futuro o seu contributo para o partido pois até agora a maior parte dos camaradas que exercem essas funções não têm sido reconhecidos pelo seu importante trabalho”. Sobre os encontros que tem feito por todo o distrito, disse que “temos encontrado gente de muita qualidade que está disponível a colaborar com esta candidatura”, informou Mário Ruivo, dizendo também que o seu contributo “é para mudar a Federação. Ou há uma mudança a sério no PS/Coimbra ou iremos agravar a situação a que chegámos. Não há tempo a perder. É preciso mudar e isso tem que ser feito agora”, disse o candidato à presidência da Federação.
Como já aconteceu em outras ocasiões, o candidato ouviu muitos contributos, o que prova que tem havido muita falta de debate interno, e aquilo que lhe foi transmitido foi um forte incentivo para continuar nesta corrida interna, “falando a verdade e sem compromissos com quer que seja. O que está em causa é uma alteração de métodos que mobilizem os militantes e esses estamos já a aplicá-los nesta campanha interna para a Federação”, defendeu Mário Ruivo.
No final do jantar e visivelmente satisfeito como estão a decorrer os seus encontros com militantes e simpatizantes, e numa alusão a que se apresenta como alternativa, Mário Ruivo disse que “temos ideias e projectos para o partido assentes num trabalho de equipa e sem receios de protagonismos. Precisamos de falar a verdade e de ser sérios na resolução de problemas” e é essa postura que tem mobilizado cada vez mais militantes em torno desta candidatura.
Agradecemos antecipadamente a maior divulgação possível desta nota à imprensa e apresentamos as nossas melhores saudações socialistas.
Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação

terça-feira, 22 de julho de 2008

Encontro em Cernache

No âmbito da campanha para a presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, Mário Ruivo foi recebido pela estrutura socialista local.
Inicialmente, Mário Ruivo começou por informar os presentes das razões que o levam a candidatar-se à presidência da Federação socialista. Um pouco por todo o lado tem encontrado um partido desmobilizado e “é com satisfação que vejo através da minha candidatura, o regresso de militantes que há muito estavam afastados do nosso partido”, disse o candidato. “É preciso que os militantes voltem a olhar o PS em Coimbra com a admiração de outrora e onde todos se sintam parte integrante desta grande família socialista”, disse.
Além do apoio expresso ao candidato, os presentes fizeram uma análise da situação actual do partido em Cernache, bem como aquilo que defendem para o próximo acto eleitoral autárquico. Sobre isso, Mário Ruivo informou aquilo que tem referido desde que apresentou a sua candidatura: “Cabe às secções escolherem os melhores candidatos do PS à freguesias e às concelhias escolherem os candidatos às câmaras e assembleias municipais”.
Saudações socialistas.
Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação


segunda-feira, 21 de julho de 2008

Mário Ruivo esteve no Bom Sucesso

Este candidato á federação Distrital do PS esteve, no sábado passado, na freguesia do Bom Sucesso, participando num jantar-convívio de militantes daquele partido, que ali estiveram em número muito considerado.
Foi agradável verificar que os apoiantes de Mário Ruivo presentes eram jovens e alguns mais antigos que há muito não se viam em iniciativas partidárias.
Mário Ruivo, no seu discurso, revelou, mais uma vez, o seu firme propósito de dar um novo rumo à acção da Federação Distrital com fidelidade ás matrizes essenciais do PS, com uma desejada aproximação às comissões concelhias, com respeito pela autonomia destas, agindo sempre sem favoritismos e com transparência defendendo com rigor os direitos humanos, mormente dos mais carenciados.
Foi um amigo e proveitoso convívio de socialistas.


Por Luis Melo Biscaia.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Encontro no Bom Sucesso – Figueira da Foz

No âmbito da campanha para a presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, Mário Ruivo foi recebido este fim de semana no Bom Sucesso – Figueira da Foz, por muitas dezenas de socialistas figueirenses, na sua grande maioria do norte do concelho.
Apesar de ser uma festa convívio com aquele que a maioria deseja ver à frente da Federação do PS, a componente política e partidária esteve bem presente. Era também esse o objectivo deste encontro.
Foram vários os militantes figueirenses que fizeram questão de intervir para mostrarem o seu apoio a Mário Ruivo. Nas suas intervenções, António Alves, José Luís Biscaia e Teresa Coimbra, defenderam a necessidade da renovação na direcção distrital do PS/Coimbra e acreditam que Mário Ruivo é o militante certo para essa mudança. “Um homem honesto, dinâmico, dedicado e solidário”, foram algumas as características que atribuíram àquele que acreditam e desejam que assuma os destinos do PS em Coimbra, a partir de Outubro.
Mário Ruivo não ficou indiferente a toda esta manifestação de apoio. “Obrigado pela vossa presença e incentivo e acreditem que tudo farei para continuar a merecer a vossa confiança. Preciso dela agora, mas ainda vou precisar mais do vosso apoio depois de ser eleito”, referiu Mário Ruivo no inicio da sua intervenção. Reforçou a ideia, que acima de tudo a sua candidatura “vai continuar a falar verdade, porque só assim podemos voltar a ter um PS solidário, mobilizado e credível”. Apesar do forte apoio que tem recebido em todo o distrito, em particular na Figueira da Foz, assume com orgulho que “não prometemos nada a ninguém, a não ser trabalho em nome do PS, independentemente do lugar que cada um irá exercer no futuro. O que interessa é o Partido Socialista. Se alguma coisa prometi, foi a transparência e a defesa dos critérios para a escolha dos vários cargos que estarão em jogo nas próximas eleições autárquicas e legislativas”. A terminar, Mário Ruivo afirmou que “falar verdade foi a postura escolhida por esta candidatura e assim irá continuar”.
Saudações socialistas.
Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação

terça-feira, 15 de julho de 2008

Jantar com Jovens de Coimbra

No âmbito da campanha para a presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, Mário Ruivo reuniu com um grupo de jovens do distrito com vista à recolha de algumas opiniões e contributos por parte destes.

Foram assim abordados temas como a crescente descredibilização dos partidos e dos políticos perante os mais jovens. O candidato destacou que esta conjuntura não se reverte evidentemente através de lógicas de funcionamento partidário demagógicas, eleitoralistas e pouco éticas como a tentativa de aglutinar jovens em candidaturas internas através promessas de emprego ou de lugares em listas. De acordo com Mário Ruivo a reaproximação dos jovens à política passa inevitavelmente pelo incentivo, e verdadeira valorização daqueles que são os quadros jovens qualificados que se destacam na Juventude e no Partido Socialista.

Foram ainda discutidos à mesa temas como o conceito de emancipação jovem. Nesta matéria foi consensual entre os presentes a importância do envolvimento e empenho dos dirigentes do Partido Socialista nas políticas de juventude, nomeadamente na área do emprego e incentivo ao empreendedorismo jovem ou das condições de aquisição e arrendamento da primeira habitação.

A necessidade premente e inadiável de mudança e de renovação de políticas e estilos no Partido Socialista de Coimbra foi ponto de convergência de todas as opiniões proferidas durante este jantar de debate e confraternização.

domingo, 13 de julho de 2008

Encontro em Miranda do Corvo

No âmbito da campanha para a presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, Mário Ruivo foi recebido na passada 6ª feira na sede concelhia do PS de Miranda do Corvo.
Com o objectivo de transmitir directamente aos socialistas mirandenses o que o leva a candidatar-se, Mário Ruivo referiu que “este debate é exclusivamente político e dum modo geral tem corrido duma forma correcta”. As eleições internas com mais de um candidato, “são um sinal de pluralismo do nosso partido”, afirmou Mário Ruivo, dizendo que nestas eleições para a Federação, está convicto da sua vitória, porque “é a única candidatura que trás ao partido a renovação que ele precisa e que os militantes exigem”. O candidato à Federação do PS defende que “o PS precisa de novos protagonistas. A minha candidatura não é contra ninguém, mas há coisas que têm que mudar e é para essa mudança que estou a dar o meu contributo e a minha disponibilidade”.
Durante mais de duas horas, foram vários os temas em análise, em especial os problemas que mais preocupam os socialistas mirandenses, bem como a forma de os resolver e qual irá ser o apoio que Mário Ruivo vai dar à Concelhia de Miranda, assim que tomar posse de presidente da Federação.
Segundo aquilo que defende Mário Ruivo, “temos que valorizar o papel das concelhias, a começar pela responsabilidade que têm na escolha dos seus candidatos às câmaras e assembleias municipais”. O candidato à Federação, vê com agrado o que tem vindo a público no que respeita a que “nenhum dos candidatos vai avocar as candidaturas às câmaras, pelo que é o momento das concelhias começarem a trabalhar na escolha dos candidatos do PS às câmaras municipais”. Neste campo e a terminar, lembrou que “é preciso não esquecermos a importância das juntas, porque é através delas que também se ganham as câmaras”, afirmou Mário Ruivo.
Saudações socialistas.

Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação

terça-feira, 8 de julho de 2008

Encontro em Pereira do Campo

A convite da Secção de Pereira do Campo, concelho de Montemor-o-Velho, Mário Ruivo participou numa reunião com militantes locais, que tinha por objectivo explicar as razões da sua candidatura à presidência da Federação do PS/Coimbra e as grandes linhas de orientação política para a nova Federação e ouvir dos militantes aquilo que mais os preocupam, quer a nível da organização do partido, quer no que respeita aos reais problemas daquela localidade.
Mário Ruivo referiu na sua intervenção, que “falar verdade é uma referência desta candidatura e não nos vamos desviar deste princípio. Não me estou a candidatar contra ninguém, mas estou a defender convictamente as minhas ideias, as quais estão a ter grande adesão por parte de muitos militantes, o que tem sido um grande incentivo para continuar, mais ainda por esta candidatura é para ir até ao fim”. Considerou que muita da desmotivação que tem encontrado, se deve a que “são sempre os mesmos a serem escolhidos para os mesmos lugares”, por isso defende a renovação dos quadros do partido, “porque há muita gente válida no PS que nunca teve oportunidade de colaborar na renovação do próprio partido”. Mais uma vez, referiu que “acima de tudo defendo os estatutos, pelo que para as freguesias devem ser as secções a escolherem os melhores candidatos e para as câmaras devem ser as concelhias a escolherem os melhores representantes que defendam os valores do Partido Socialista”.
Além das questões mais de âmbito distrital, os militantes presentes aproveitaram a oportunidade de mostrar ao candidato à presidência da Federação, os problemas mais imediatos de Pereira do Campo, dado ser uma localidade que cresceu muito em termos populacionais e estão a faltar estruturas de apoio para esses novos habitantes: crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos. Em termos mais partidários, alguns dos presentes usaram da palavra para considerar que “o partido precisa de ser renovado e isso só pode acontecer consigo (Mário Ruivo)”, ouviu o candidato como um incentivo para continuar.
A terminar e falando sobre a renovação, Mário Ruivo considerou que há coisas que têm de mudar. A título de exemplo, disse que “os deputados não podem continuar a ser votados em lista fechada”, afirmou Mário Ruivo no encerramento de mais uma sessão para apresentação da sua candidatura à presidência da Federação do PS/Coimbra.
Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação


sábado, 5 de julho de 2008

Sessão na Figueira da Foz: "Ordenamento do Território / Orla Costeira"

No âmbito da campanha de Mário Ruivo à presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, realizou-se no passado dia 27/Junho, na Assembleia Figueirense, um debate subordinado ao tema: “Ordenamento do Território / Orla Costeira”, integrado no ciclo de debates “Novas Causas para o Distrito de Coimbra”.
Manuel da Costa, coordenador da Comissão de Candidatura, explicou às muitas dezenas de militantes que fizeram questão de marcar presença, esgotando por completo a grande sala reservada para o efeito, as razões que estão subjacentes à organização destas conferências. “Queremos trazer à discussão com os militantes, os problemas que mais os preocupam, mas trazemos dos melhores especialistas, para que nos ajudem a encontrar as melhores soluções”, referiu Manuel da Costa, afirmando também que, “como vamos ganhar a Federação, iremos continuar a promover este tipo de debates”.
A mesa foi moderada por António Rochette (membro da Comissão de Candidatura de Mário Ruivo) e contou com a presença de José Luís Ribeiro, António Mota Lopes e José Vitor Vingada.
António Rochette afirmou que era importante a realização deste debate, com este tema, mas “só fazia sentido realizá-lo aqui na Figueira da Foz, dado que é direccionado para o Litoral. Os conferencistas que convidámos, seguramente que não vão dizer aquilo que gostaríamos de ouvir. São especialistas com pensares diferentes, por isso os convidámos, e que muito sabem destas áreas”. Aproveitou também para informar, que a Comissão de Candidatura de Mário Ruivo “irá continuar a convidar os melhores, estejam eles onde estiverem”.
José Luís Ribeiro, com uma intervenção muito estruturada e fundamentada, mostrou os indicadores de referência na caracterização da zona costeira, bem como os vários indicadores ambientais. Para este especialista, “a zona centro está numa área protegida e há que continuar a defendê-la. A zona costeira é diferente do litoral, embora se continue a confundir”. É preciso evitar erros, como é o caso das “construções ilegais em zonas protegidas, que depois o erário público tem de pagar para as proteger”, afirmou Luís Ribeiro.
Para António Mota Lopes, “as zonas costeiras merecem uma preocupação especial. Temos uma costa muito abrasiva”. Segundo Mota Lopes, “não se compreende algumas surpresas no desfecho de algumas obras, com rupturas em muitas construções, porque foram feitas em cima das praias, sem fundações onde se apoiem, pelo que as derrocadas estão garantidas”.
Outro dos conferencistas foi José Vítor Vingada, que defendeu a necessidade de “criar regras para o ordenamento do mar, de modo a que nele cada um possa saber o que pode fazer e onde: pescas, turismo, extracções e outras actividades”. Para este especialista, “até há pouco pensava-se que o mar suportava tudo e tinha tudo”. Pelo exemplo que deu, estamos hoje a pagar essa errada informação. Agora é preciso que tudo seja devidamente estudado, e “há directivas comunitárias que são, por vezes, negativas para a realidade portuguesa”, referiu Vítor Vingada.
No final das comunicações, António Rochette abriu o debate à muita assistência presente, a qual felicitou a organização deste colóquio e mostrou-se interessada em debater os assuntos que mais os preocupam e que reflectem a sua realidade, como era o caso do tema em discussão.
Antes do encerramento, Mário Ruivo usou da palavra para agradecer a forte participação dos militantes figueirenses nesta sessão, dizendo que “com estes debates fazemos o diagnóstico, para mais tarde apresentarmos as soluções”. Para o candidato à presidência da Federação do PS/Coimbra, a sua equipa está “interessada em discutir política, porque ela é a base da nossa democracia”.
Três horas depois, terminou esta sessão dedicada ao “Ordenamento do Território / Orla Costeira”, num local grande mas onde não couberam todos aqueles que quiseram participar neste debate.

Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Homenagem a Fausto Correia


A toponímica de Coimbra, vai passar a ter o nome do nosso malogrado camarada Fausto Correia.
Hoje, pelas 19,30 horas, a Praça Machado de Assis, passará a chamar-se Praça Fausto Correia (Político, Eurodeputado, Ilustre Conimbricense). A cerimónia terá como orador Manuel Queiró, seguindo-se uma intervenção do Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra.
O local escolhido é emblemático na vida de Fausto Correia. É mesmo em frente ao Café Trianon, precisamente o local onde assiduamente participava em tertúlias com amigos, os quais eram de todos os quadrantes sociais e políticos.
Esta candidatura associa-se a esta justa homenagem, àquele que foi no país e no mundo, um embaixador de Coimbra. Na política e na vida, sempre foi um verdadeiro socialista.
Saudações socialistas.

Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação

Encontro com a Imprensa

Decorreu no passado dia 12 de Junho, um encontro entre Mário Ruivo, candidato à presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista e a Comunicação Social de Coimbra, ou sediada na cidade.
O objectivo deste encontro era estabelecer modos de trabalho entre a candidatura e a imprensa e, acima de tudo, fazer a divulgação pública do blogue da candidatura: http://assumirdiferenca.blogspot.com/
Manuel da Costa, coordenador da Comissão de Candidatura, informou das razões que o levaram a regressar à política, ainda por cima duma forma tão activa. Segundo disse, “a nossa preocupação é dignificar a política. É preciso reconquistar a ética e os valores que ela perdeu”. Falando em nome da Comissão, disse que “queremos envolver os militantes novamente na vida do partido”. Fez uma análise política distrital e nacional, e sobre esta última afirmou que “Portugal tem um governo de salvação nacional”.
Mário Ruivo começou por informar como tem decorrido a sua campanha. Segundo disse, “estamos a realizar alguns debates importantes pelo distrito, com militantes e convidados independentes, que têm sido do agrado de todos e com uma forte participação”. Sobre as próximas eleições autárquicas, acredita que o PS irá ganhar, mas para isso defende que “há que saber escolher os melhores candidatos. Os actuais autarcas socialistas, incluindo os presidentes de câmara, são quem mais tem dignificado o partido no distrito, através do seu trabalho”. Para Mário Ruivo, cabe às concelhias escolherem os melhores candidatos, porque são eles que conhecem as pessoas indicadas para resolverem os problemas de cada município. “Pessoalmente, nunca avocarei uma candidatura à Câmara Municipal”, afirmou.
Sobre o Governo, Mário Ruivo afirmou que “estamos solidários com as políticas do Governo, mas compete às federações ajudarem a explicar as implicações das várias medidas, o que não tem acontecido com a Federação de Coimbra. Aqui tem falhado. A Federação de Coimbra nunca explicou as reformas que o Governo tem levado a cabo, nem teve a preocupação de recolher as opiniões dos próprios militantes do distrito de Coimbra”. É também isso que Mário Ruivo pretende mudar e terminou a sua intervenção dizendo: “Tenho a felicidade de estar num ministério preocupado com as questões sociais e com os mais desfavorecidos”.
Saudações socialistas.

Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação

domingo, 29 de junho de 2008

A mudança que urge


O que ontem se perfilava ameaçador face à mutações civilizacionais e, daí, a urgência no reposicionamento político capaz de lhe dar enquadramento, hoje, tornou-se inadiável que não descoramos as respostas aos desafios que aí emergem.
O mundo mudou e mantém-se em fase acelerada de alteração e, como consequência, nestes tempos mais recentes, como que desabou sobre nós todos.
O Governo da Nação quis evitar a hecatombe e avançou com o choque tecnológico, mas este apenas no imediato, consegue atenuar os efeitos dos outros choques em presença: o ambiental, o energético e o alimentar.
Ou somos capazes de entender que estes aconteceres não são passageiros, vieram para ficar e é com eles em presença que nos compete encontrar as soluções, ou, se não o fizermos, sujeitamo-nos a um choque humanitário, se não mesmo a um choque civilizacional.
O económico, universalmente consagrado, dada a falência de todos os outros sistemas alternativos em que assentavam, globalizou-se e face a este acontecer os sábios pereceram, os novos filósofos tornaram-se reis e estes, quando detentores do poder eliminaram os filósofos emergentes. Só nos resta que os políticos na idade moderna não suprimam os peritos, os cientistas e os técnicos e com eles sejam capazes de regular de forma sustentada a globalização.
É que assim, tal e qual como está, os grupos de interesses tomam conta das comunidades e de desigualdades sociais acentuam-se até à exaustão, provocando rupturas de consequências, já hoje, mais que previsíveis.
Chegou a hora! Num tempo em que a actividade política se desacredita a nível geral, vale a pena vir a terreiro apelar à importância da mesma na procura de soluções e de intervenções. Mas, para que tal chamamento tenha audição e seja suficientemente mobilizador é preciso fazer regressar a política à sua condição de governação dos povos.
Enquanto isso, porque a incredulidade é grande, torna-se exigente que os agentes políticos e partidários sejam exemplo de servidores de causas políticas e não de representantes de interesses. Para tal, nada melhor que aos olhos dos cidadãos, o responsável político seja visto como alguém, que mesmo quando no exercício do poder, se mantenha descomprometido com esse mesmo poder.
A nós, que desde a feitura da Constituição da República, em que participámos, não se me tem oferecido outra atitude que não seja a do estudo das coisas e da observação das pessoas, tornou-se fácil concluir que com mais do mesmo não saímos da cepa torta.
Neste início de ciclo, à juventude é-lhes oferecido um empolgante desafio – o de assumirem um projecto de inovadora ambição, onde possa conciliar-se os valores da chamada autonomia de responsabilidade individual com os valores da solidariedade, tornando esta o mais belo valor da humanidade.
É de juventude que o mundo precisa, mas, diz-nos a experiência, que ser-se jovem dá imenso trabalho.
Somos militantes do Partido Socialista desde sempre e é nessa condição que me aprestei para apoiar a candidatura de Mário Ruivo a presidente da Federação Distrital do PS. Fi-lo porque a mudança urge, e a mudança só é possível com novas ideias e novos protagonistas.
Não se pode mais ficar expectante se se quer mudar o mundo. O PS em Coimbra foi aquela grande referência que a nível local, regional e nacional foi marcante na implementação da vida democrática e na transformação progressiva da sociedade, não é aceitável, agora que os desafios são determinantes nas transformações que se apressam, que os socialistas, em Coimbra, não saibam ser os protagonistas de Novas Causas para o Distrito.
Manuel da Costa (*)
(*) - Coordenador da Comissão de Candidatura de Mário Ruivo
Publicado no Diário de Coimbra a 25/06/2008

sexta-feira, 27 de junho de 2008

João Fernandes



Homenagem Pública a João Fernandes, Delegado Distrital do INATEL



Um grupo de cidadãos e instituições ligadas à cultura, de Coimbra e região, constituídos em Comissão Executiva, decidiram prestar justa e merecida homenagem pública a uma personalidade que tem merecido e continua a merecer o carinho e respeito de todos os que usufruem do trabalho que tem sido desenvolvido no Distrito de Coimbra pelo INATEL nos últimos vinte e quatro anos.



A este grupo se associaram de imediato dezenas de individualidades não só do meio associativo mas, também, políticos, autarcas, intelectuais, clero, pessoas das artes, das letras e das ciências, entre outros, com os quais João Fernandes sempre soube ter uma relação de cooperação e cordialidade.



Será uma cerimónia simples (como pretende o homenageado), para um HOMEM simples, que tudo dá sem nada exigir em troca, que tem sabido projectar o nome da Instituição INATEL não só nos grandes centros urbanos mas, também, nas pequenas zonas rurais do Litoral e do Interior através dos Centros de Cultura e Desporto, que por ele nutrem um respeito e carinho muito especiais.



Para que esta homenagem tenha a repercussão pública que o homenageado merece, contamos, também, com os homens e mulheres da imprensa escrita e falada e com os órgãos de comunicação que sempre têm acompanhado o trabalho desenvolvido pelo Inatel no Distrito.



Disponibilizamo-nos para prestar todas as informações necessárias a um melhor conhecimento da figura a homenagear e do programa que vamos levar a efeito no próximo sábado, dia 28.



PROGRAMA:

17h – IGREJA DE S. TIAGO – PRAÇA DO COMÉRCIO

SESSÃO SOLENE COM A PRESENÇA DE DIVERSAS INDIVIDUALIDADES NACIONAIS E REPRESENTAÇÕES DOS CENTROS DE CULTURA E DESPORTO DO INATEL.



18h30 - DESFILE DE FILARMÓNICAS, GRUPOS FOLCLÓRIOS E OUTROS AGRUPAMENTOS CULTURAIS DO LARGO DA PORTAGEM ATÉ À IGREJA DE SANTA CRUZ.

Pel’A Comissão Executiva

Afonso Lázaro Pires



Contactos: Telem. 962818116 – Afonso Pires - e-mail afonso.pires@netcabo.pt






NOTA: Esta candidatura associa-se à homenagem pública de um Homem sério, um militante e Ex-Presidente da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, cujos princípios e valores sempre defendeu.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Sessão: "Ordenamento do Território / Orla Costeira"


No âmbito da campanha de Mário Ruivo à presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, irá realizar-se no próximo dia 27/Junho/2008 pelas 21,30 horas, na Assembleia Figueirense, junto à Câmara Municipal da Figueira da Foz, uma sessão subordinada ao tema: "Ordenamento do Território / Orla Costeira", integrada no ciclo de debates "Novas Causas para o Distrito de Coimbra".
Esta sessão será moderada por António Rochette e terá a participação de António Mota Lopes, José Luís Ribeiro e José Vítor Vingada.
Dada a importância do tema, e mais uma vez, tivemos a preocupação na escolha dos nossos convidados. Só gente especializada e esclarecida nos poderá ajudar a encontrar os melhores caminhos e as melhores soluções, para a resolução dos problemas que afectam a Região Centro.
Saudações socialistas.

Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Visita de Mário Ruivo ao Bairro da Rosa - Coimbra



A convite da Associação de Moradores do Bairro da Rosa (AMBR), Mário Ruivo deslocou-se àquele bairro social, no passado Sábado.
Acompanhado por alguns elementos da sua direcção de campanha (José Soares e Nuno Costa), os dirigentes daquela associação procuraram sensibilizar o candidato à presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, para os muitos problemas que afectam aquele conjunto habitacional.
José Braga, presidente da direcção da AMBR, fez o historial da criação daquela associação e o apoio que foi dado pelo Departamento da Habitação da Câmara Municipal de Coimbra para a sua concretização. Inicialmente, conseguiram juntar 22 pessoas com vontade de trabalhar em nome do bairro. Segundo José Braga, “da direcção inicial ainda há dois ou três elementos”. Para que os problemas daquele bairro sejam conhecidos pelas várias entidades da cidade, fazem questão de convidar todas as forças políticas a visitá-lo.
Segundo Manuel Moreira, vice-presidente da AMBR, “não queremos ser nenhuma IPSS (Instituição Particular de Solidariedade Social). Queremos continuar a ser uma associação de moradores, preocupada com as questões sociais, habitacionais, culturais e desportivas”. Sobre os convites feitos, disse ainda esperar a visita de Carlos Encarnação, dado que “foi convidado a visitar a nosso bairro”.
Para os dirigentes da Associação de Moradores do Bairro da Rosa (AMBR), foi a oportunidade para transmitirem a Mário Ruivo todas as suas preocupações e anseios, mas também para mostrarem com orgulho todo o trabalho feito até agora, o qual tem sido bastante difícil, dadas as características daqueles moradores. Para Manuel Moreira, “não basta dar habitações às pessoas”. Para o vice-presidente da AMBR, “os nossos jovens fazem da rua a sua sala de estar”, pelo que é necessário o apoio continuado de todos. Por isso, “o nosso grande objectivo é sensibilizar as pessoas que no futuro poderão estar em cargos com os quais poderemos estabelecer contactos para a resolução dos nossos problemas”, referiu Manuel Moreira.
Mário Ruivo revelou conhecer muito bem a realidade daquele bairro e do esforço feito por aquela associação de moradores. Mostrando que estava ali mais para ouvir do que para prometer, defendeu que “para o sucesso do Planalto Seguro, é fundamental o empenhamento de todos, a começar pela Associação Cigana”. Para Mário Ruivo, “todos devem ser chamados a dar o seu melhor para dignificarem o bairro onde vivem. Se todos contribuírem para o mesmo fim, respeitando as várias culturas aqui existentes, então o Bairro da Rosa será um lugar onde os seus moradores terão gosto em viver”, referiu o candidato à presidência da Federação de Coimbra do Partido Socialista.
Saudações socialistas.

Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação

sábado, 21 de junho de 2008

Sessão "Juventude: que oportunidades?"

O Auditório da Biblioteca Municipal da Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, foi anteontem pequeno para acolher todos aqueles que quiseram participar na sessão “Juventude: que oportunidades?” inserida no ciclo de debates “Novas Causas para o Distrito de Coimbra”, promovido pela candidatura de Mário Ruivo à presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista.
Manuel da Costa, coordenador da comissão de candidatura, abriu a sessão explicando as razões deste tipo de eventos, onde, acima de tudo, se procura o debate de ideias e apresentou os intervenientes da mesa: Jorge Bento (presidente da Câmara Municipal), que moderou o debate; Ricardo Castanheira (Microsoft); Paulo Fernandes (ex-presidente da Associação Académica de Coimbra) e José Rui Cruz (Instituto Português da Juventude).
Ricardo Castanheira, iniciou a sua intervenção dizendo que “acima de tudo vou ser livre, o que poderá ser tido como uma provocação”. E de facto assim foi, directo e claro. Servindo-se da sua própria experiência na Microsoft, que é de dimensão mundial, “todos os funcionários têm uma certeza: não têm um emprego para toda a vida e estamos sempre a ser avaliados”. A formação pessoal e profissional é cada vez mais importante, e a própria Universidade de Coimbra (UC) terá que dar a sua ajuda. Mas “só agora a UC criou um MBA, mas não o conseguiu fazer sozinha. Fê-lo, mas com o apoio de outras universidades”, referiu Ricardo Castanheira, para quem Coimbra não tem tido capacidade para absorver técnicos de alta qualidade”. Para inverter esta situação, “é preciso investir no empreendorismo, que erradamente só se fala na Faculdade de Economia”, disse Ricardo Castanheira na sua intervenção.
Outro dos intervenientes foi Paulo Fernandes, que apesar de ser independente, sempre foi convidado pelo Partido Socialista para participar em debates. Pela sua experiência, têm-se apercebido que “há portugueses em equipas ao mais alto nível, mas abaixo disso não há empresas sustentáveis”, disse Paulo Fernandes, que afirmou também que “temos 11 universidades públicas, das quais só duas ou três poderão vingar internacionalmente”. Nesse registo, diz que “agora estão a fechar as escolas primárias, para a seguir se fecharem as secundárias”. Considerou que Coimbra continua a ser “uma cidade de doutores”, mas que não fixa os melhores alunos saídos da sua Universidade.
José Rui Cruz foi outro dos intervenientes. Acha que nos continuamos a queixar da falta de oportunidades, “mas depois apetrechamos os quartos dos nossos jovens com tudo, para que eles não saiam de casa. “No IPJ, temos vários programas internacionais e os nossos jovens não aderem a eles. Pelo contrário, recebemos muitos jovens de outros países”, referiu Rui Cruz, achando que “os nossos jovens não aproveitam as oportunidades que estão à sua disposição”.
No final e visivelmente satisfeito por mais esta participativa sessão, Mário Ruivo agradeceu aos convidados e aos presentes, por tornarem este debate tão vivo e esclarecedor. “Achamos que estamos no bom caminho, trazendo ao distrito debates que interessam a toda a zona centro e que envolvem a sociedade civil e o próprio Partido Socialista”, referiu Mário Ruivo.
Saudações socialistas.

Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação

Conferência: "Desenvolvimento, Regionalização e Coesão Territorial”

Tal como estava previsto, realizou-se no passado dia 5/Junho/2008, no Auditório da Biblioteca Municipal da Lousã, uma conferência subordinada ao tema: “Desenvolvimento, Regionalização e Coesão Territorial”.
Esta sessão, que esgotou por completo aquele magnífico espaço, foi moderado por Fernando Carvalho (presidente da Câmara Municipal da Lousã) e contou com a participação de: Vasco Ribeiro, Fernando Cardoso e Vital Moreira.
A apresentação dos membros da mesa ficou a cargo de Manuel da Costa, coordenador da Comissão de Candidatura de Mário Ruivo. Além de justificar as razões que levam à organização destes encontros, referiu que “quando ganharmos a Federação, iremos continuar a promover estas sessões”.
João Vasco Ribeiro, abordando directamente o tema da conferência, lembrou que “foram criados quadros comunitários, de modo a apoiar as zonas mais carenciadas para se poderem desenvolver e aproximarem das mais ricas. “Inicialmente, numa primeira fase, fomos crescendo e aproximámo-nos dos países mais desenvolvidos”, considerou Vasco Ribeiro. A situação agora tem vindo a piorar, “com a deslocalização das empresas para locais onde a mão-de-obra é mais barata”, o que vai originando um cada vez maior “desemprego desqualificado”, pelo que José Vasco Ribeiro, lembrou que na altura se apostou em “sistemas de incentivos às empresas”, mas que agora “a formação ao longo da vida, tem de ser um dos nossos objectivos, para fazer face à globalização europeia e mundial”.
Para Fernando Cardoso, “o conceito de desenvolvimento não é de crescimento”. As opiniões variam conforme as correntes políticas e, a título de exemplo, referiu que “Manuela Ferreira Leite é simplesmente contra a regionalização”. É um sistema que para ter sucesso, será necessário ter em conta “a diversidade de cada região e nos interesses específicos de cada uma delas”.
Vital Moreira, começou a sua intervenção por definir a regionalização. Para o constitucionalista, “é criar autarquias regionais ou territoriais”. A sua defesa faz sentido, “até porque está na Constituição”. Existem exemplos para defender este tipo de organização e “o melhor desenvolvimento social deve-se ao poder autárquico”. Actualmente, o Governo é cada vez mais o Governo do Continente. Segundo Vital Moreira, “parece que temos três países: Continente, Madeira e Açores”. Para o professor universitário, “os distritos são o grande obstáculo à realização da regionalização” e os próprios deputados são eleitos por círculos eleitorais distritais. Desta vez, para se ganhar o referendo da regionalização, é preciso que seja bem explicado o que está em jogo. Para Vital Moreira, já se fez um bom caminho e “hoje todos os serviços estão incluídos nas cinco regiões, que há muito se defende, e esse meritório trabalho deve-se a este Governo”. Segundo Vital Moreira, há ainda um grande trabalho a fazer: “em Lisboa ninguém concorda com a regionalização e é lá que está a maioria dos eleitores. Tudo está em Lisboa e lá não querem perder esse poder”. Para Vital Moreira, “só a determinação do Governo PS pode levar a regionalização para a frente”.
No final, ainda houve tempo para assistir a um participativo debate, sob a moderação do presidente da Câmara Municipal da Lousã, Fernando Carvalho.
Saudações socialistas.

Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Sessão em Condeixa-a-Nova: "JUVENTUDE: que oportunidades?"

No âmbito da campanha de Mário Ruivo à presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, irá realizar-se no próximo dia 18/Junho/2008 pelas 21 horas, no Auditório da Biblioteca Municipal da Condeixa-a-Nova, uma sessão subordinada ao tema: "Juventude: que oportunidades?", integrada no ciclo de debates "Novas Causas para o Distrito de Coimbra".
Esta sessão, será moderada por Jorge Bento, presidente da Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, e terá a participação de Ricardo Castanheira, Paulo Fernandes e José Rui Cruz.
Sendo a política da Juventude, transversal a muitas outras áreas, é importante que nos interroguemos quanto aos seus reais problemas. Por isso, e mais uma vez, tivemos a preocupação na escolha dos nossos convidados. Só gente especializada e esclarecida, nos poderá ajudar a encontrar os melhores caminhos e as melhores soluções, para a resolução dos problemas que a afectam na Região Centro.
Saudações socialistas.

Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Encontro na Figueira da Foz

Como é do conhecimento geral e no âmbito da campanha para a Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, Mário Ruivo tem participado em várias reuniões com militantes do distrito de Coimbra, sejam elas realizadas por iniciativa da sua direcção de campanha, ou promovidas por grupos de militantes.
Desta vez, um grupo de socialistas da Figueira da Foz, com predominância da margem esquerda, fizeram questão de ouvir o candidato Mário Ruivo e aquilo que ele se propõe trazer de novo à Federação de Coimbra do PS, mas também transmitir-lhe as suas próprias preocupações, dum concelho tão importante no distrito de Coimbra, como é o da Figueira da Foz.
Mário Ruivo e alguns elementos da sua direcção de campanha, ficaram surpreendidos com o número de militantes presentes, dado que este encontro era mais com militantes da margem sul da Figueira da Foz. Quando se esperava uma reunião com algumas pessoas, o candidato foi surpreendido com uma recepção de dezenas de militantes. Os elementos que se propuseram organizar este encontro, estão de parabéns quanto à sua capacidade de organização e mobilização.
Durante várias horas, foram muitos os militantes que entenderam intervir, transmitindo a Mário Ruivo as suas reais preocupações e as causas da desmotivação existente na Figueira da Foz. Acima de tudo, os intervenientes pretenderam mostrar ao candidato a realidade do PS no concelho da Figueira, vivida por eles próprios, em especial no que se refere à margem esquerda. Ficaram satisfeitos pelo encontro e por terem ficado a conhecer melhor aquele que todos os presentes querem à frente da Federação de Coimbra do Partido Socialista.
Adelino Pinto, secretário-coordenador da Secção da Figueira da Foz, foi um dos promotores deste encontro e mostrou-se particularmente satisfeito por esta realização que, em conjunto com outros camaradas, proporcionou este encontro com Mário Ruivo.
Agradecendo a recepção, Mário Ruivo afirmou que decidiu “ser candidato sem pedir autorização a ninguém. Fi-lo por convicção e pela vontade de muitos militantes que esperam uma mudança”. Candidatou-se para “dizer basta!” e os encontros que tem tido por todo o distrito, levam-no a afirmar: “Estou convencido que vou ganhar”. Sobre a escolha das pessoas para futuros actos eleitorais, defende que “as secções e as concelhias é que devem escolher os seus candidatos”. É também para mudar alguns métodos que assumiu esta candidatura, afirmando que “se eu pensasse só na minha situação, mantinha-me sossegado no meu lugar, sem enfrentar ninguém”. Mostrou uma visão unificadora do partido, pelo que afirma que no final destas eleições internas, pretende “convidar elementos da outra lista, onde também está gente de muito valor”.
Saudações socialistas.

Pel’A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Sessão na Lousã - 05/Junho/2008 - 21 horas - “Desenvolvimento, Regionalização e Coesão Territorial”


No âmbito da campanha para a Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, Mário Ruivo, irá realizar-se no próximo dia 5/Junho/2008 pelas 21 horas, no Auditório da Biblioteca Municipal da Lousã, uma sessão subordinada ao tema: “Desenvolvimento, Regionalização e Coesão Territorial”, integrada no ciclo de debates “Novas Causas para o Distrito de Coimbra”.
Esta sessão, será moderada por Fernando Carvalho, presidente da Câmara Municipal da Lousã, e terá a participação de Vasco Ribeiro, Vital Moreira e Fernando Cardoso.
A tríade “Desenvolvimento, Regionalização e Coesão Territorial” que vamos realizar, sustenta-se na nossa inquietação face à União Europeia, com realce para a Região Centro, como a única em Portugal a manter-se em queda entre 2004 e 2005.
Sendo a política a ciência da governação, faz sentido que nos interroguemos quanto às formas e aos conteúdos, nas intervenções a propor, daí neste debate, como no anterior, termos a preocupação na escolha dos nossos convidados. Só gente especializada e esclarecida, nos poderá ajudar a encontrar os melhores caminhos e as melhores soluções, para a resolução dos muitos problemas que afectam a Região Centro.
Saudações socialistas.

Pel’A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Encontro com militantes de Santa Clara - Coimbra

No âmbito da campanha para a Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, Mário Ruivo, acompanhado por alguns elementos da sua direcção de campanha, reuniu com um grupo de militantes da Secção de Santa Clara.
Durante mais de duas horas, foi possível a todos debater com o candidato as questões que preocupam o PS em Coimbra. Para Mário Ruivo, foi uma oportunidade para, na primeira pessoa, explicar directamente aos presentes as razões da sua candidatura. Como teve oportunidade de afirmar, “sou candidato por convicção e pela capacidade de acreditar que somos capazes de mudar as coisas”. Além da sua própria determinação e vontade, a sua disponibilidade foi também “uma resposta ao apelo de muita gente para protagonizar uma candidatura alternativa”, disse o candidato.
Foram vários os militantes de Santa Clara que intervieram nesta reunião, mas Manuel Guinapo, ex-candidato à liderança desta secção, membro eleito para a nova Concelhia (na lista de Carlos Cidade) e membro da direcção de campanha de Mário Ruivo, fez questão de afirmar as razões que o levam a apoiar esta candidatura. “Conheço o Dr. Mário Ruivo, é um homem bom, sério, eticamente irrepreensível, tem experiência política e profissional e é um homem de confiança”, afirmou Manuel Guinapo, numa intervenção que serviu também de apresentação do perfil do candidato à Federação. No vasto currículo apresentado, destaca-se que só dentro do Partido Socialista, Mário Ruivo já foi membro do Secretariado Distrital da JS e do PS, bem como membro da Comissão Nacional do PS e vice-presidente do Conselho de Jurisdição da JS. Actualmente, é deputado municipal na Câmara de Coimbra e membro da Federação Distrital de Coimbra do PS.
Respeitador dos estatutos e dos órgãos próprios do PS, Mário Ruivo encara este acto eleitoral com a maior das naturalidades “num partido democrático, onde nada me impede de pensar diferente e afirmar que até ao próximo acto eleitoral, o meu presidente da Federação é o meu camarada Victor Baptista”, afirmou Mário Ruivo. Depois das eleições, acredita que será o próximo presidente da Federação do PS em Coimbra.
Neste momento, são vários os encontros que já estão agendados entre Mário Ruivo e grupos de militantes. O candidato mostrou-se disponível a falar com todos os militantes que o queiram ouvir, pedido esse que vai crescendo por todo o distrito, agradecendo o convite feito para este encontro com militantes de Santa Clara.
Saudações socialistas.

Pel’A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Conferência "Emprego e Sindicalismo"

Tal como estava previsto, a Comissão de Candidatura de Mário Ruivo à presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, iniciou no passado dia 13 de Maio o ciclo de debates "Novas Causas para o Distrito".
O primeiro destes debates, decorreu no Café Santa Cruz, em Coimbra, e o espaço tornou-se pequeno para receber as mais de seis dezenas de pessoas que quiseram assistir a esta tertúlia política, subordinada ao tema "Emprego e Sindicalismo".
Moderada por António Amaro, membro da Comissão de Candidatura de Mário Ruivo, a mesa foi constituída por: António Casimiro Ferreira e Elísio Estanque (sociólogos e militantes do PS), Jorge Leite (jurista) e Carvalho da Silva (sociólogo e secretário-geral da CGTP/IN).
Durante mais de três horas, foi possível ouvir e debater um tema tão importante para os dias de hoje, como é o "Emprego e o Sindicalismo". Foi um debate vivo e aberto, que abordou também os novos desafios da globalização e da competitividade empresarial e o posicionamento do movimento sindical nesse novo enquadramento, feito num espaço público e com convidados que nada têm a ver com o PS, mas especialistas no tema, o que é sinal evidente da abertura que a equipa liderada por Mário Ruivo pretende implementar na futura Federação Distrital do PS/Coimbra. É preciso que o Partido Socialista venha ao encontro das preocupações da população. As várias opiniões expressas, que foram enriquecedoras, levam-nos a acreditar na importância destes debates.
Neste primeiro encontro, além dos convidados, foram várias as pessoas que colaboraram com as suas questões e opiniões. Entre outras, destacamos as intervenções de: André Pereira, Júlio Costa, Teles Grilo, Carlos Cidade e Luís Santarino.
Concluída que está a primeira conferência, positiva a todos os níveis, a segunda irá realizar-se no próximo dia 5 de Junho, na Lousã, e irá abordar o tema "Desenvolvimento e Regionalização / Coesão Territorial". O levar a discussão política para fora da cidade de Coimbra, é também uma das propostas desta candidatura.
Saudações socialistas.

Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
O Director de Comunicação


segunda-feira, 12 de maio de 2008

"Novas Causas para Distrito Coimbra" - Ciclo de Debates da Candidatura


A história do movimento sindical pós 25 de Abril, tem sido fértil em peripécias múltiplas e variadas que acompanhando os fluxos e refluxos ideológicos têm fragilizado o sindicalismo português e a intervenção sectorial dos sindicatos.
Depois de ultrapassada a grande celeuma de natureza ideológica vivida em Portugal nos finais da década de 70 relativa à Unicidade e Unidade Sindical, observa-se uma rápida multiplicação de sindicatos e associações sindicais, que quer ligadas ou não às centrais sindicais, procuram dar respostas a problemas específicos dos trabalhadores que representam.
Paralelamente, a progressiva orientação partidária dos sindicatos e utilização destes como muletas das lutas partidárias, às vezes actuando como meras correias de transmissão daqueles, não tem favorecido a autonomia que deveria caracterizar o movimento sindical.
A progressiva desidentificação dos seus objectivos, o descrédito e a ambiguidade de intervenção, a dilatação da burocracia sindical e a profissionalização dos dirigentes sindicais, o alargamento muitas vezes conjuntural e nem sempre explicado dos segmentos profissionais que representam, são causas endógenas ao próprio movimento sindical e aos sindicatos e que fundamentam a dessindicalização e desmobilização dos filiados, assim como retraem a inserção de novos associados. A desmobilização progressiva que se torna notada nos inícios da década de 90 é hoje uma realidade que atravessa todos sindicatos.
Não menos importante é declínio do Walfare State, no espaço europeu. De facto, os modelos económicos e sociais que após a II Grande Guerra permitiram na Europa que os sindicatos e o movimento sindical em geral fosse aceite como interlocutor fundamental na construção do bem-estar das populações, entraram há muito em regressão. A crise do Walfare State, não mais representa que a alteração da postura do capital e da economia perante o trabalho, representando o seu o enfraquecimento o predomínio progressivo do capital sobre o trabalho, agora numa dimensão universal carreada por toda a tecnologia, já em acelerado desenvolvimento.
No mesmo alinhamento das transformações em curso é legitimo demandar se as estruturas que se criaram a partir das lutas em torno da industrialização do século XIX, poderão ainda desempenhar algum papel na economia do século XXI ou se pelo contrario é óbvia a emergência do novo sindicalismo com caminhos renovados de acção e sindical, assumindo e reivindicandoo lugar de parceiro estratégico no desenho e promoção de projecto de sociedade e bem assim na procura de soluções para as demandas e preocupações de cidadania.
António Amaro


A candidatura de Mário Ruivo à Presidência da Federação Distrital de Coimbra do PS, promove uma conferência sobre o tema "Emprego e Sindicalismo", inserido no ciclo de conferências "Novas Causas para Distrito Coimbra", amanhã, terça-feira, dia 13 de Maio, pelas 18h30, no café Santa Cruz em Coimbra, com Carvalho da Silva, Elísio Estanque, Casimiro Ferreira e Jorge Leite, com moderação de António Amaro.

É o movimento sindical independente dos partidos políticos?
Respondem os sindicatos às expectativas dos trabalhadores? Qual razão do aparecimento de movimentos sociais à margem dos sindicatos?

Contamos com a sua presença.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Mário Ruivo debate "Novas Causas para o Distrito"


A candidatura de Mário Ruivo à Presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista vai levar a efeito, de Maio a Outubro, um Ciclo de Conferências subordinado ao tema "NOVAS CAUSAS PARA O DISTRITO".

A primeira conferência decorrerá na próxima terça-feira, dia 13 de Maio, pelas 18h30, no Café Santa Cruz, em Coimbra.
Subordinada ao tema "Emprego e Sindicalismo", contará com a participação de Carvalho da Silva, Elísio Estanque, Jorge Leite e António Casimiro Ferreira. A moderação estará cargo de António Amaro.

"Desenvolvimento e Regionalização/Coesão Territorial", "Economia Solidária", "Juventude, Inovação e Empreendedorismo", "Ambiente e Recursos Naturais", "Ordenamento do Território – Orla Costeira", "Coimbra – Novos protagonismos no desenvolvimento regional", "Novas oportunidades no desenvolvimento sustentado do Mundo Rural", "Ordenamento do território do Município à Região" e "A Política no Feminino" completam o leque de conferências a realizar em vários concelhos do distrito de Coimbra.

A jornada de debates culminará com o Fórum "AS NOVAS CAUSAS – Uma nova visão para o poder autárquico distrital".

"Este é um sinal claro de que pretendemos reflectir para agir, sinal da nossa vontade em não reduzir o processo eleitoral federativo a um mero campeonato de apoiantes das listas que se apresentarão a sufrágio" – afirma o candidato, acrescentando:
"Não basta lavrar declaração de intenções com promessas de ganhos eleitorais autárquicos. Primeiro que tudo, importa diagnosticar os males de que padece o nosso distrito, debatendo soluções tendentes a contrariar o amorfismo, a letargia em que se encontra Coimbra. Essa é, para nós, uma etapa prévia que devemos cumprir, se quisermos um 2009 pleno de vitórias".

Pela Direcção de campanha
Manuel da Costa.

domingo, 4 de maio de 2008

Aniversário do Partido Socialista


O Partido Socialista está de parabéns. Foi no passado dia 19 de Abril de 1973, que o Congresso da “Acção Socialista Portuguesa” decidiu criar o Partido Socialista. Foi há 35 anos.
Este importante encontro, realizado na Alemanha, na cidade de Bad Munstereifel, por questões de segurança, foi decisivo para a constituição duma das maiores referências da nossa vida democrática – o Partido Socialista. Sem partidos não há democracia e sem o PS não há liberdade.
Nesse congresso, onde participaram militantes socialistas de Portugal, Alemanha, Bélgica, França, Inglaterra, Itália, Suécia e Suiça, foi discutido, entre outros temas, o seguinte: “a necessidade de dinamizar os militantes para as grandes tarefas do futuro”. Como se vê, há temas intemporais.
A Comissão de Candidatura de Mário Ruivo à Federação do PS/Coimbra, não podia deixar passar esta data em claro. Fomos contidos no registo da efeméride, porque ela coincidiu com a data das Eleições Concelhias e não queríamos fazer algo que desviasse a atenção e mobilização dos socialistas do distrito de Coimbra, para tão importante acto eleitoral para a vida interna do PS.
Saudamos todos os fundadores do Partido Socialista. Deixaram-nos um Partido com História, que agora nós todos temos obrigação de prestigiar e dinamizar para o futuro. No presente, compete-nos “Assumir a Diferença”, como diferentes foram as votações na criação do PS (20 votos a favor e 7 contra).
Saudações socialistas.

Pel’A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo

sábado, 3 de maio de 2008

Carta ao Director do Semanário SOL


Na última edição do semanário SOL, que V.Exª superiormente dirige, está uma peça na pág.9 sobre as eleições federativas do PS. Nela, é dito o seguinte: “Em Coimbra é que já não há dúvidas: Victor Baptista e Luís Marinho já apresentaram candidaturas”.
Com o objectivo de melhor informar os seus leitores e por uma questão de rigor, cumpre-nos informar o seguinte:
1. A 31/Janeiro/2008, Mário Ruivo, Director Distrital da Segurança Social de Coimbra e membro da Federação do PS/Coimbra, apresentou a sua candidatura num jantar com cerca de 500 militantes, defendendo como lema da sua campanha: “Assumir a Diferença”;
2. A 1/Abril/2008, Mário Ruivo inaugurou oficialmente a sua Sede de Campanha, a qual se situa em espaço autónomo da sede da federação do PS, na baixa da cidade de Coimbra;
3. Victor Baptista, actual presidente da Federação do PS/Coimbra, apresentou a sua recandidatura no passado dia 4/Abril/2008;
4. Até à presente data, só Mário Ruivo e Victor Baptista, apresentaram formalmente as suas candidaturas à Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, não se conhecendo oficialmente mais nenhuma candidatura às eleições federativas de Novembro deste ano.
Mais informações sobre a candidatura de Mário Ruivo, poderão ser obtidas no seu blogue de campanha: http://assumirdiferenca.blogspot.com/
Saudações socialistas.

Pel’A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
In: Jornal “SOL” - 25/04/2008

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Almoço em Arganil






No âmbito da campanha para a presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, Mário Ruivo teve no passado domingo um almoço de trabalho com alguns camaradas da Concelhia de Arganil.
Neste almoço, que se destinou a organizar um encontro mais alargado em futuro próximo, compareceram, entre outros, os camaradas: Carlos Castanheira (secretário-coordenador de Coja), Mário Vale, Dúlio, Natália, Teresa Borges e Bordalo.
Mário Ruivo agradeceu as manifestações de apoio à sua candidatura, como foram os casos de Carlos Teixeira, Eduardo Castanheira, Margarida de Folques e Cristina Figueiredo. Nesta Concelhia, são já muitos os apoios que Mário Ruivo recebeu.
Saudações socialistas.
PEL’A COMISSÃO COORDENADORA DA CANDIDATURA

segunda-feira, 28 de abril de 2008

25 Abril na Figueira organizado pela secção Buarcos


Como já é tradição, a Secção de Buarcos do Partido Socialista, levou a efeito um jantar comemorativo do 25 de Abril, o qual é sempre realizado na noite de 24, num restaurante de Buarcos.


Perante mais de cinco dezenas de militantes, foram várias as pessoas que usaram da palavra. Entre eles, destacamos: o secretário-coordenador de Buarcos (Fortunato Costa), o presidente da Concelhia (António Paredes) e o presidente da Federação (Victor Baptista). Todas as intervenções realçaram a importância desta data para a democracia portuguesa.

Mário Ruivo, convidado a estar presente nesta festa socialista, fez-se acompanhar por alguns elementos da sua Comissão de Candidatura: Sérgio Abade e José Soares.

Saudações socialistas.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Um PS diferente para Coimbra


Perante o ‘estado da arte’ do Partido Socialista de Coimbra, quer no distrito quer no concelho, o que é verdadeiramente prioritário é substituir as actuais equipas dirigentes, em ambos os casos.

Em especial para aqueles que, como eu, se recusam a aceitar que a política partidária se resuma aos habituais golpes, jogos de poder, interesses individuais de alguns, promessas de benesses e de empregos, controle dos votos desta ou daquela secção, arregimentações, dependências pessoais, carreirismo, etc, etc, que toda esta lógica gera no partido, importa exigir e trabalhar no sentido de o partido voltar a ser um partido político no verdadeiro sentido da palavra. Um partido que deixe de envergonhar os seus militantes; um partido em que todos os militantes sejam envolvidos na acção política, em que se discuta política e onde se trabalhe para aprofundar a consciência cidadã e promover o desenvolvimento social; um partido que recuse o oportunismo e que combata abertamente a corrupção (tanto a nível do país como a nível local, tanto a corrupção material e criminosa como a corrupção moral dos valores e da ética política); um partido que recupere e ponha em prática os seus princípios doutrinários e ideológicos originais, segundo a tradição socialista e republicana; enfim, um partido que, no caso de Coimbra, consiga recuperar para a cidade e a região o estatuto e o protagonismo que têm perdido nos últimos anos, e que as actuais lideranças do PS só têm ajudado a degradar ainda mais. Lideranças estas que, osbtinadamente, não sabem retirar as consequências políticas nem das derrotas eleitorais nem do clamoroso estado ‘comatoso’ em que se tornou a actividade partidária. Insistem em permanecer no centro quando deviam sair de cena.

Há, no meio de tudo isto pessoas competentes e bem intencionadas, com dignidade e honestidade pessoais que, no entanto, se deixam enredar nas lógicas aparelhisticas instaladas – ou lhes fazem gritantes concessões –, porventura julgando ser esse o único caminho para ganhar espaço e preparar uma mudança a prazo, ou simplesmente para assegurarem o seu futuro. Não me parece ser essa a melhor opção. As estratégias de ascensão pessoal fundadas no calculismo tacticista corroem o partido e acabam por legitimar o oportunismo. Há momentos em que é preciso assumir rupturas com o status quo e este é um deles.

No caso da concelhia, apesar dos nomes sonantes e do peso de alguma hierarquia que apoiam o candidato do sistema (Henrique Fernandes) isso não significa, em minha opinião, razão suficiente para lhe dar credibilidade ou que o tornem capaz de protagonizar qualquer mudança efectiva no PS local (antes pelo contrário). E quanto à distrital, onde a candidatura “oficial” representa mais do mesmo, o candidato (Victor Baptista) que antes de ser já era..., está tudo dito.

Seria muito importante que aqueles que têm ambição e vontade de se assumir como possíveis actores de um PS renovado e de futuro (mas fiel a si mesmo), designadamente os militantes mais jovens, soubessem perceber o momento em que as concessões a que me referi podem hipotecar esse futuro em vez de lhe abrirem novos caminhos e horizontes.

Por estas razões, a minha opção está tomada: votarei Carlos Cidade para a concelhia do PS e em Mário Ruivo para a distrital. Porque acredito que, por serem pessoas credíveis e que vêm de fora da lógica instalada têm condições para abrir o PS, torná-lo mais credível, mais transparente e mais empenhado no enorme trabalho de recolocar o partido, e com ele a cidade e o distrito, na posição cimeira que já ocuparam.


Publicada por Elísio Estanque em BoaSociedade.

Acto eleitoral para os órgãos federativos


A Comissão de Candidatura de Mário Ruivo à Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista regista, com satisfação, o agendamento para Novembro, pelo Secretariado Nacional do PS, do acto eleitoral para os órgãos federativos, como sempre foi afirmado.

Reafirmamos hoje, as orientações e os compromissos que apresentamos em 31 de Janeiro, no Jantar de apresentação da candidatura. O compromisso com a democracia interna, a verdade e o respeito por todos aqueles que militam no Partido Socialista.

Até Novembro, esta candidatura, fará os maiores esforços para manter um contacto permanente com todos os militantes, numa relação fraterna, leal e solidária, com vista a conhecer as suas preocupações e informar dos nossos princípios e objectivos.

A candidatura de Mário Ruivo defende antes do mais, os valores de respeito, da dignidade e elevação do discurso como primado do exercício da política afastando-se, assim, de práticas e métodos que não prestigiam o Partido Socialista.

Somos a favor da liberdade.
Liberdade de pensamento, de intervenção e de opção.

Somos pela solidariedade.
Solidariedade para com todos aqueles que foram eleitos, ou designados para o exercício de cargos públicos, bem como para com o Governo da República, que em conjuntura tão exigente tem prestigiado o PS e os portugueses, contrariamente a outros que o antecederam.

Para esta candidatura a solidariedade e o respeito são princípios, nunca mitigados, a que todos os socialistas se obrigam, mesmo para com aqueles de quem discordamos e/ou para aqueles com quem concorremos.

Pel’A Comissão Coordenadora da Candidatura
O Coordenador,
Manuel da Costa

terça-feira, 1 de abril de 2008

Inauguração da Sede de Candidatura em fotografia

Inauguração da Sede de Candidatura


Caros e caras camaradas,

Esta é a vossa casa.

Este é o espaço que tivemos de encontrar para poder trabalhar o projecto que desejamos para o nosso Partido Socialista de Coimbra, um espaço aberto ao diálogo, à tolerância e ao pluralismo.

Aqui se representa também a humildade de uma candidatura perante a dimensão da militância socialista no Distrito de Coimbra mas uma candidatura que se quer digna do património histórico, cívico e ético do nosso Partido.

Aqui sentimo-nos livres.

E temos as condições necessárias para trabalhar.

Um dia, que acreditamos breve, qualquer candidatura terá as mesmas condições de defender o seu programa, os seus princípios e os seus protagonistas naquela que é casa de todos os socialistas. Porque as convicções, os melhores projectos políticos e seus protagonistas não devem ter receio de se submeterem em condições de igualdade ao debate político. O Partido Socialista tem de ser capaz de assumir o futuro e saber quem melhor o representa na ligação à comunidade e quem melhor o organiza para os actos eleitorais e para a defesa dos seus valores.

E é imbuído deste espírito que torno pública a disponibilidade para a utilização gratuita deste mesmo espaço de toda e qualquer corrente de opinião, clube ou camarada individualmente considerado que necessite de um local para reunir, apresentar o seu projecto ou trabalhar. Não lhe perguntaremos de onde vêm nem para onde vão. Bastar-nos-á saber que são nossos camaradas e que precisam de um espaço para ser ou se afirmar socialista.

Esta candidatura não tem apenas um discurso ético.

Tem uma prática coerente com o que defende. Defendemos um projecto de regeneração da intervenção política e a ruptura com os erros cometidos. Não há uma segunda oportunidade para se mudar. Todos sabem da importância do próximo acto eleitoral para a Federação. E da necessidade de reunir numa candidatura todos aqueles que sentem a vontade de mudança, com as suas convicções, com as suas ideias, com divergências mas com um sentir comum:
Dignificar o PS.

Somos assumidamente um projecto vencedor. Perto de novecentos militantes já firmaram compromisso com ela.

Este é um movimento que cresce dia a dia. Mesmo que seja no silêncio requerido de alguns que reclamam mudança mas desejam que essa opção seja assumida em paz e no silêncio do acto eleitoral.

Pelo que somos a alternativa.

Consistente. Construída pelo Distrito com os militantes. Assumida por centenas na apresentação da candidatura. Concretizada nas assinaturas. Aberta a todos quantos a ela queiram aderir. Determinada. Até ao último voto porque não haverá da nossa parte qualquer recuo, desistência ou acordo com qualquer candidatura. Essa é a minha garantia. Nós assumiremos os nossos actos.
Cada um assumirá os seus.

Da mesma forma que desde sempre assumimos a nossa determinação em não apoiar qualquer candidatura às secções do partido, nem apoiaremos nenhum candidato às concelhias.

Esses são actos que devem obedecer a uma lógica livre dos militantes que aí fazem as suas opções.

Entendemos que esses actos não devem ter a intervenção ou patrocínio de qualquer líder ou candidato à Federação. Só assim podemos construir um partido livre e unido.

E é por isso que não estarei em nenhum acto de apresentação de candidatura e nenhum daqueles que me manifestou apoio foi por mim contactado para ser ou apoiar candidaturas. Estarei, contudo, em todos os actos de posse reconhecendo a legitimidade que aos eleitos foi conferida pelos militantes.

Este é outro dos princípios pelo qual orientarei sempre a minha actuação enquanto Presidente da Federação: Liberdade aos militantes e às estruturas para escolherem aqueles que melhor os representam.

Mas temos outros compromissos para assumir com o Partido e com os militantes. Quando assumir a Presidência da Federação estabeleceremos um compromisso com os eleitos socialistas para promoverem a aproximação do eleito ao eleitor, com propostas de acção que permitam alterar a relação de desconfiança que se vem acentuando na sociedade portuguesa em relação aos cargos políticos e à sua real preocupação com os problemas dos portugueses.

Essa também será uma forma de acompanharmos e apoiarmos os militantes que exercem cargos em nome do partido e do seu projecto político e não vetar, como tem ocorrido, ao abandono todos aqueles que assumiram candidaturas a autarquias e não viram o seu programa validado pelo eleitorado.

Temos de ser um partido solidário nas vitórias mas fundamentalmente devemos sê-lo nas derrotas. E esses camaradas que pelo Distrito vão defendendo os princípios e programa socialista devem merecer o nosso apoio permanente.

Criaremos um observatório permanente, com grupos de trabalho temáticos, para acompanhar e divulgar as fragilidades do Distrito e dos Concelhos, promovendo a procura de soluções que vão ao encontro da vontade das populações e permitam propostas de resolução consistentes e credíveis.

Nesse âmbito alargaremos esse trabalho a personalidades independentes com capacidade técnica e política para em nome de Coimbra e do seu Distrito se criar uma consciência colectiva de interesse comum que permita recuperar a importância que o nosso Distrito tem no contexto nacional e que divergências e ambições espúrias têm destruído.

Não podemos permitir que poucos destruam o trabalho que muitos fazem por essa afirmação.

Estamos perante um problema grave de identidade distrital mas temos em nós as soluções. Aqui lanço um apelo aos que no sector universitário, empresarial e sindical têm desenvolvido acções e projectos em defesa da nossa afirmação no contexto nacional para não desistirem desse objectivo e podem contar com a nossa disponibilidade para com eles trabalharmos em articulação e no respeito pelas divergências. Coimbra é uma lição há muito. Nós saberemos encontrar os caminhos para atingir esse fim, porque somos democratas e temos sentido ético do exercício das nossas funções.

Temos de ser capazes de credibilizar a acção política fazendo eleger novas posturas e novas formas de intervenção (criticar com alternativas) e fazer emergir novos valores como o sindicalismo de movimento social e a defesa da economia social e solidária de modo a contribuir para a superação do desânimo e do desespero, impedindo assim o esmorecimento e a desistência das populações face às dificuldades.

Somos diferentes. Assumimos a diferença.

O nosso discurso é virado para o futuro, coerente e assenta no compromisso com a verdade. Os cargos que ocupamos e ocuparemos no partido e na sociedade são em nome de um projecto político não de um desígnio qualquer. Não estamos neste percurso para ser seja o que for porque não precisamos. Os projectos pessoais não são parte integrante deste movimento e temos compromissos assumidos apenas com princípios, não com pessoas. Prometer o que não se pode cumprir é destruir a matriz do exercício político.

Assumimos o respeito pelas decisões das posições tomadas nos orgãos concelhios do partido. Pelo que não podemos prometer apoios a qualquer candidatura às autarquias. Porque se cometeram erros graves nessa matéria.

Assumimos que os deputados serão indicados pelos militantes da Comissão Política de Federação em votação aberta e democrática. Não temos compromissos com nenhum militante para esse fim.

Assumimos que o nosso Secretariado da Federação terá quadros das diferentes áreas de conhecimento, com liberdade de intervenção e serão os porta-voz dos pelouros que tutelarem. E para ali serão convidados elementos válidos da candidatura opositora.

Estes são alguns dos princípios orientadores da nossa candidatura.

Mas fundamental é assumir princípios assentes no carácter, na verdade, na solidariedade, na liberdade.


Levantaremos essas colunas. É a minha garantia pessoal. E estarei cá para ser avaliado daqui a dois ou três anos pelo cumprimento desse compromisso. Esta é a regra da democracia. Razão pela qual agora se fará a avaliação dos compromissos assumidos e do projecto desenvolvido nos últimos dois anos pelo actual líder da Federação.

Porque é este ano que essa avaliação é feita. Não há uma segunda oportunidade.

Voltaremos depois de concluídos os actos eleitorais para as concelhias. Agora é o momento desse debate. Felicidades a todos os candidatos. Os nossos parabéns aos novos líderes das centenas de secções existentes no Distrito.

Contamos com todos vocês no trabalho de promoção de um PS novo.