sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Fórum: “NOVAS CAUSAS PARA O DISTRITO DE COIMBRA”
Este fórum foi dividido em dois painéis. O primeiro, “Prioridade à Política”, moderado por Vieira Lopes, teve como convidados: Elísio Estanque, António Vilhena e Teresa Portugal; o segundo, “Coimbra como pólo potenciador do desenvolvimento distrital”, moderado por António Rochette, teve como convidados: Armando Carvalho, Pedro Bingre e Teresa Mendes.
Manuel da Costa, abriu este fórum relembrando todos os debates que foram anteriormente feitos, em especial o primeiro, realizado a 13/Maio/2008 no Café Santa Cruz e que foi moderado por António Amaro, que neste momento se encontra a recuperar duma complicada intervenção cirúrgica nos Hospitais da Universidade de Coimbra. O coordenador desta campanha mandou “um forte abraço de solidariedade ao nosso camarada e companheiro de direcção desta candidatura”, ao que todos se associaram com um forte aplauso e “desejo de rápidas melhoras”.
Sobre estes debates, informou que eles foram todos muito participativos e que contaram com a presença de muitos militantes e simpatizantes. Segundo disse Manuel da Costa, “a nossa preocupação é discutir política a sério e isso foi conseguido”.
Ao abrir o primeiro painel, Vieira Lopes reconheceu que com estes debates se voltou a discutir política e que ele próprio testemunhou isso mesmo naqueles que assistiu.
Elísio Estanque, que também participou na primeira conferência deste ciclo de debates, reforçou a importância do debate político dentro do partido, porque “quem não se envolve na política é governado pelos seus inferiores”, disse citando Aristóteles. Apesar de alguns não dignificarem os cargos que ocupam, defendeu que “há muita gente digna na política”. Defendeu que sem debate não há democracia e que esta pressupõe “conflitos de interesses” e que é preciso encontrar “consensos sem os confundir com unanimismos”. O problema, muitas vezes, é que “não se diz o que se pensa, mas aquilo que os outros querem ouvir”. É preciso “discutir com as lideranças de base e não só com as das cúpulas”.
António Vilhena, disse ter ficado “surpreendido mas honrado pelo convite” e, da sua análise, considerou que “chegámos a um estado de descrença política e o seu verdadeiro conceito tem vindo a ser alterado ao longo dos tempos”. Antes, “a política estava ligada à resistência e à ética”. Entendeu que para estar na política é preciso acreditar e que “está nesta candidatura porque acredita em Mário Ruivo”. Referiu também que “não há referências, porque hoje as figuras de primeira linha abdicaram da sua participação”, dando o protagonismo àqueles que estavam na segunda e terceira linhas.
Teresa Portugal teve a sua primeira participação nesta campanha eleitoral interna. Inicialmente optou por uma posição de reserva, mas que tem estado atenta a esta candidatura. Pelo que tem visto, disse: “vou votar no Mário Ruivo, apesar de não me ter comprometido nesta candidatura até agora”. Por isso, “Mário Ruivo pode contar com o meu voto” e referiu ainda que “não se pode dar a ideia que algo vai mudar, para depois ficar tudo na mesma”, daí acreditar que com esta candidatura isso não irá acontecer e que cada vez mais “é preciso mudar”.
No fim deste primeiro painel, Mário Ruivo interveio para “louvar a coragem de muitos que agora nos apoiam, como é o exemplo da Teresa Portugal”. Lembrou que “decidiu avançar sozinho”, mas que de imediato começaram a aparecer os apoios. Afirmou que “não quer mudar para que tudo fique na mesma, mas também é importante a postura dos nossos apoiantes, porque esta candidatura já não é só minha, mas é de todos nós”. A terminar, disse que lhe custa acreditar, que “camaradas que sempre estiveram contra o sistema, estejam agora numa posição neutral, quando ao fazê-lo estão a beneficiar o poder que contestam”.
O segundo painel foi mais de carácter técnico. António Rochette, moderador e membro da Comissão de Candidatura, disse que muitos temas importantes já foram tratados, mas há outros, como as “questões sociais”, que espera se venham a debater depois da vitória para a Federação.
Armando Carvalho, retratou pela sua experiência, as particularidades do litoral em relação às do interior, “onde as pessoas não se identificam com os sítios onde estão e têm uma fraca auto-estima”. O interior tem grandes potencialidades e “há que saber tirar partido delas”. Para o sucesso, defendeu que “as estratégias devem ser claras, de modo a não deixarem quaisquer dúvidas aos seus principais interessados”. Apesar da dificuldade em recrutar técnicos para o interior, disse que “alguns deles já são referências a nível nacional”.
Pedro Bingre, fez uma intervenção centrada nas razões e consequências da crise imobiliária, que “era previsível há poucos anos”. Não acredita que num futuro próximo este quadro melhore e admite mesmo que “daqui a um ano estamos bem pior”. Para este especialista, o que se está a passar agora é fruto da “especulação imobiliária ajudada pela banca, investindo-se cada vez mais no imobiliário e desinvestindo-se na indústria”. Segundo disse, só na grande zona de Coimbra, “há 90 mil casas novas”, que estão e continuarão a estar desocupadas.
Teresa Mendes centrou a sua intervenção mais no trabalho que faz no Instituto Pedro Nunes, onde se aposta no saber, colocando-o ao serviço das empresas. Elas “apresentam os seus problemas e nós estudamos as melhores respostas”, afirmou a ex-vereadora da Câmara Municipal de Coimbra, informando que “neste momento temos 100 empresas a colaborar com o Instituto e elas, na sua maioria, são constituídas por gente muito jovem”.
A terminar este painel e este fórum, António Rochette disse que “devemos cada vez mais falar em Região e menos em distrito, porque este só serve para a eleição dos deputados”. Para este professor universitário, “o conhecimento é a base do nosso desenvolvimento e deve ser colocado ao serviço da comunidade”. Em termos destas eleições internas para a Federação, disse que “como vamos ganhar, estes debates irão continuar”.
Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
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quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Mário Ruivo visita Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz
No encontro, o candidato teve a oportunidade de auscultar algumas das principais preocupações da Associação quanto ao desenvolvimento económico da Figueira da Foz e de toda a área de influência do Baixo Mondego. Destaque dado, no plano externo, designadamente, à concretização da Plataforma Logística Centrologis, à regeneração dos centros urbanos, ao dinamismo da incubadora de empresas da Figueira da Foz; e no plano interno, à saúde financeira daquela estrutura associativa, aos vários serviços permanentemente disponibilizados aos associados e às preocupações de responsabilidade social que, notoriamente, ressaltam das reflexões feitas pelos referidos dirigentes.
Mário Ruivo teve a oportunidade de acompanhar a Associação nas principais preocupações enunciadas e, particularmente.
1. Na consideração de que a Plataforma Logística Centrologis se reveste de um interesse estratégico fundamental para dinamizar a economia distrital e regional;
2. Na convicção de que a regeneração dos centros urbanos é uma prioridade absoluta para recuperar a vocação residencial daquelas áreas e, consequentemente, revitalizar de forma sustentada o comércio tradicional, combatendo, também, a insegurança.
No final do encontro, ficou a disponibilidade do candidato para repetir encontros desta natureza, já na qualidade de presidente da Federação Distrital do PS/Coimbra; e para ser sempre porta-voz das preocupações sentidas pela sociedade civil, junto da Governação do País e das Autarquias.
Saudações socialistas.
Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Reunião de trabalho virou festa socialista
Aquilo que era para ser uma reunião de trabalho (13/09/2008) com alguns representantes de secções, transformou a Sede da Candidatura, sita na Rua Mário Pais, nº 9, 1º (frente ao Restaurante Nacional), em Coimbra, numa autêntica festa socialista, onde a mobilização partidária foi o tema principal em prole do Partido Socialista de Coimbra.
Mário Ruivo agradeceu a presença de tanta gente e disse que isso também se deve à “campanha honesta que estamos a fazer”. Mostrou-se satisfeito em ver o “regresso de muitos camaradas ao partido” e alertou para o facto de “à medida que avança a campanha, aumentam os boatos, pelo que é preciso estar atento”. Para Mário Ruivo, “aconteça o que acontecer, iremos continuar a falar verdade e esta candidatura é para levar até ao fim”.
Manuel da Costa, coordenador da candidatura, referindo-se ao regresso de alguns fundadores do PS em Coimbra, perguntou: “Será que eu já não tenho espaço no partido que ajudei a fundar?”. Quem assim pensa está enganado, porque a sua determinação é maior que a sua idade e lembrou que “Mário Soares candidatou-se à Presidência da República aos 80 anos e teve o apoio do actual presidente da Federação”. A terminar, referiu que “foi a descredibilização do partido em Coimbra e da política em geral, que nos motivou a avançar com esta candidatura. Mais do que nós, é preciso que o partido ganhe a Federação”.
Para surpresa de muitos e para satisfação de Mário Ruivo, Paulo Valério fez questão de estar presente para lhe mostrar o seu total apoio nestas eleições federativas.
Saudações socialistas.
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Mário Ruivo visita instituições
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terça-feira, 14 de outubro de 2008
O balão já não sobe!
Não me sinto incomodado com a crítica, mas com a cobardia dos argumentos daqueles que ousam manter tudo na mesma, para poderem levar o andor e ficarem com a bola, mesmo que isso signifique a solidão e o autismo político.
Não tinha pensado voltar a este tema das eleições do PS, mas faço-o, porque me sinto um livre pensador, não hipotecado a qualquer clube de bairro ou de sindicato de voto, porque assumo em consciência as minhas opções políticas e pessoais, porque valho por aquilo sou e não porque vou tomar café ou jantar com este ou aquele. Muitos militantes do PS telefonaram-me a elogiarem a crónica, “A hora da mudança”, mas com um pedido inquietante: não digas a ninguém que te telefonei. Há uma atmosfera ameaçadora que tenta silenciar as vozes desalinhadas com a “candidatura do aparelho”. Será nervosismo ou insegurança? Talvez as duas coisas. É insegurança porque há a percepção da revolta silenciosa dos militantes e a consequente penalização com o voto. É nervosismo, ou melhor, ansiedade porque a leitura antecipada dos seus argumentos tem sido sistematicamente posta em causa. Os dias que se seguem vão ser decisivos, os dias derradeiros de campanha vão servir para confirmarmos que só é possível mudar o PS, em Coimbra, se mudarmos as pessoas, se formos capazes de apresentar argumentos credibilizantes e sem receios de rupturas clarificadoras. Não é possível continuarmos a aceitar a lei da rolha, do medo, do embuste, do faz de conta, do silêncio cúmplice. Não adiante soprar para um balão que já não sobe, que já não nos permite sonhar, que já não nos motiva, que já não nos empolga, que já não tem sentido. Não adianta soprar para um balão que gastou a novidade e a convicção.
Dedico este artigo aos “críticos” que ainda não leram “Sobre a verdade e a mentira”, de Nietzsche.
António Vilhena
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segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Almoço com "Jovens Quadros"
Esta realização, enquadrada no esforço que a candidatura tem vindo a desenvolver no sentido de abrir o PS Coimbra à sociedade e credibilizar a actividade política, pretende dar visibilidade e estímulo a diversos jovens socialistas que, pela sua experiência profissional, associativa ou académica constituem mais valias para o PS e que estão dispostos a participar mais activamente, na medida em que lhes seja proposta uma prática política renovada, fundada em princípios firmes e dirigida à transformação social.
Mário Ruivo considera que um dos principais factores de descredibilização da política é o afastamento dos melhores – mais competentes e mais preparados – em particular dos jovens, devendo o PS mobilizar-se para recuperar essa massa crítica e prestigiar a política, num movimento de ruptura com a prática recente, há muito ansiado pelos militantes e pelos cidadãos do Distrito. Exemplos de "generosidade, lucidez e responsabilidade democrática", foi como o candidato se dirigiu aos presentes, considerando que constituem uma esperança e uma energia positiva para o PS Coimbra.
No uso da palavra, Rodrigo Maia, apoiante da candidatura, mestre em Engenharia Electrotécnica e quadro de uma empresa de referência no sector, sediada em Coimbra, destacou a experiência, a competência, a ambição responsável e a filiação numa esquerda de valores como factores comuns à identidade dos presentes. Em particular, realçou o desprendimento face ao poder, que deve ser exercido como quem veste um "casaco incómodo", como garantia do seu sentido democrático. Para Rodrigo Maia, o "casaco incómodo" do poder só deve ser vestido enquanto "não assentar". De outra forma, perde-se, em absoluto, o sentido de serviço público.
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LOUSÃ: Jantar de apoio a Mário Ruivo
António Marçal, Jorge Alves e Paulo Valério, usaram da palavra para mostrarem as razões porque apoiam Mário Ruivo. Em relação aos organizadores do jantar na Lousã, a que se juntaram muitos históricos locais do PS (Eugénio Simões Bernardo e João Madeira Marçal, entre outros), a mobilização que fizeram, com mais de 150 militantes, mostra que estes não têm medo e não seguem a voz de comando e que pensam pelas suas próprias cabeças. Foi um magnífico exemplo de maturidade política e um forte incentivo para a mudança que se espera na Federação de Coimbra. Estavam ali como militantes, despidos dos cargos que ocupam, e fizeram questão de o referir, dado que nestas eleições cada militante é dono do seu próprio voto.
Manuel da Costa empolgou os presentes, através duma intervenção cheia de história e de política. Segundo disse, “só regressei à política, para ajudar a credibilizar em Coimbra o partido que ajudei a fundar”. Apoia Mário Ruivo, porque “esta candidatura tem por objectivo recuperar o verdadeiro Partido Socialista”. O coordenador desta candidatura, galvanizou um salão a rebentar pelas costuras, afirmando que “é preciso recuperar os valores e as causas do PS e isso só se consegue com esta candidatura”. Mostrou-se indignado com muitas das coisas que se estão a passar, como: “hoje pergunta-se aos novos militantes onde estão empregados!? Mas o que é isto!?”, questionou na sua potente voz, para de imediato todos gritarem “PS..PS..PS..”.
Mário Ruivo relembrou que conhece bem a Lousã e as suas gentes, porque ali esteve vários anos. Perante uma sala cheia e agradecendo a presença de todos, conhecendo muitos deles, afirmou que “há muito que esta candidatura já não é minha, mas é de todos vós e de muitos outros que bem gostariam de aqui estar”. Acima de tudo, disse pretender “trazer o verdadeiro debate político para dentro do partido, onde os militantes possam emitir livremente as suas opiniões”.
Saudações socialistas.
Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
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domingo, 12 de outubro de 2008
Mário Ruivo visita o Instituto Politécnico de Coimbra
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Encontro Ereira
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Partido Socialista Presente
Publica-se de seguida, a comunicação que o candidato Mário Ruivo fez à Imprensa:
“PS PRESENTE”
O PS foi sempre, na sua história, um Partido Aberto à Sociedade.
Hoje, no Distrito de Coimbra, não é comum, para não dizer que é raro, ver o actual líder da federação ao lado das suas instituições mais representativas.
Não se vê o PS nas empresas, como não se vê na universidade, ou junto dos movimentos sindicais ou ao lado dos movimentos sociais. O PS Coimbra tem-se demitido de ouvir a sociedade civil; divorciou-se dessa responsabilidade. Ao invés de ser o seu primeiro porta-voz, tem-se colocado à margem da sociedade, caminhando como um homem sozinho e perdido, num labirinto que ninguém compreende.
Por outro lado, a essência da política são mesmo as pessoas. E os partidos políticos, ao contrário de algumas instituições de sector, ou de profissão, não defendem interesses próprios. Defendem os interesses da sociedade como um todo. Os partidos políticos, principalmente os que têm vocação de poder como o PS, devem agregar a vontade dos cidadãos, interpretá-la e representá-la nos Governos do País e dos Municípios.
Não faz, por isso, sentido, que o PS não convoque a sociedade. Só dessa forma poderá ser respeitado e liderar.
Acresce também que os cidadãos estão à espera de um PS Coimbra pela positiva. O que as pessoas esperam de nós é um PS criativo, dinâmico e combativo. Que seja uma verdadeira força de mudança.
São estas as razões que justificam a iniciativa PS Presente.
Ao longo das próximas semanas, e até às eleições, a candidatura de Mário Ruivo a presidente da Federação Distrital do PS Coimbra – “Assumir a Diferença”estará próxima dos militantes, sem esquecer os cidadãos. Fará um esforço para, desta forma, prestigiar a actividade política e o PS em particular, apresentando propostas políticas concretas e centrando o debate eleitoral nas ideias, nos programas e nos projectos. Assim, desafiámos, nomeadamente, os responsáveis da Associação Académica de Coimbra, da Universidade, do Politécnico, das Associações empresariais de Coimbra, da Figueira da Foz e da Beira Serra, da UGT e da CGTP, entre outros, para partilharem, connosco, os seus anseios e as suas propostas.
Por outro lado, promoveremos no próximo domingo, dia 12, um almoço para “Jovens Quadros”, militantes do Partido Socialista, para os auscultar, para os acarinhar e para dar um sinal de que esta candidatura pretende um partido competente, preparado, rejuvenescido.
Julgamos ser assim que se dignifica a actividade política.
E acreditamos que esta é a melhor forma de estar à altura das muitas centenas de camaradas que, ao nosso lado, dão força a uma candidatura de mudança, que é imparável.
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Almoço com "Jovens Quadros"
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sábado, 11 de outubro de 2008
Encontro em Cantanhede
Apresentou a sua linha de acção e seu programa, criticando duramente a estratégia autárquica da federação para aquele concelho e alertou que mais uma vez alguns dos camaradas com responsabilidade em Cantanhede se deixaram embalar pelo "canto da sereia".
Agradeceu contudo o forte apoio que ali tem e que vai surpreender em 25 de Outubro.
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Encontro em Lamarosa
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sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Fórum "Novas Causas para o Distrito de Coimbra"
Com este fórum, queremos prestigiar a actividade política e o PS, em particular, apresentando propostas políticas concretas e centrando o debate eleitoral nas ideias, nos programas e nos projectos.
Este fórum terá 2 painéis, sendo o primeiro dedicado às "Prioridades da Política" como:
- Teresa Portugal;
- Elísio Estanque;
- António Vilhena.
- Moderador: Vieira Lopes.
- Armando Carvalho;
- Pedro Bingre;
- Teresa Mendes.
- Moderador: António Rochette.
Contamos com a sua presença.
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terça-feira, 7 de outubro de 2008
sábado, 4 de outubro de 2008
Conferência: “Empreendedorismo e Inovação”
Esta conferência foi moderada por Ivo Portela, presidente da Câmara Municipal de Tábua e teve a participação de Manuel da Costa, A. Nabais e capitão Marques.
Manuel da Costa, fez uma análise geral do país e do distrito, mostrando-se preocupado com alguns dados oficiais que têm vindo a público, concretamente naquilo que diz respeito à Zona Centro. Para este ex-deputado e ex-dirigente socialista,”no futuro não vai haver empregos, mas vai haver trabalho”, pelo que “as actuais e as novas gerações vão ter que se adaptar a esta nova realidade”.
A. Nabais, mostrou-se crítico em relação a algumas obras municipais, defendendo que “em vez de se fazer mais uma rotunda, as câmaras municipais deviam assumir um capital de risco de investimentos para projectos inovadores”.
Para o capitão Marques, que centrou a sua intervenção mais nos aspectos sociais, além de fazer uma análise geral sobre esta preocupante temática, alertou para que a sociedade “tenha uma preocupação social relativamente aos mais idosos”, investindo em serviços de cuidados continuados, mais ainda quando se prevê um maior aumento da população idosa portuguesa.
Mário Ruivo mostrou-se satisfeito pela participação de todos os presentes, considerando que “ao contrário do que às vezes se pensa e se diz, as pessoas estão disponíveis para discutir política a sério”. No fundo, é essa a razão principal da sua candidatura e o sucesso deste ciclo de debates são a prova disso.
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Encontro em Condeixa-a-Nova
No início da sua intervenção, o candidato mostrou a sua determinação nesta eleição e a convicção da sua vitória, porque ela “assenta na vontade de muitos militantes em alterarem o estado a que chegou o PS em Coimbra”. Para Mário Ruivo, “é preciso que o partido se abra cada vez mais à sociedade, porque é para o bem-estar das populações que os socialistas trabalham”. Não faz sentido falar em circuito fechado, pelo que defende um “debate aberto com militantes, simpatizantes e sociedade em geral”. Segundo o candidato, “só assim vale a pena fazer política”.
Além do apoio expresso que os militantes transmitiram ao candidato à liderança da Federação, quiseram também saudá-lo pela forma séria com tem feito a sua campanha, mostrando que era “possível participar numa campanha interna com elevação”
Saudações socialistas.
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Encontro em Souselas
Além de apresentar as razões da sua candidatura, informou que só agora está a visitar muitas das secções do PS, dado que, como explicou: “durante a campanha que houve recentemente para as secções e para as concelhias, não participei propositadamente em nenhuma acção de campanha”. Com esta atitude, o candidato mostrou a sua isenção em relação às várias candidaturas, dado que o seu grande objectivo é “unir o partido para os importantes actos eleitorais que vão decorrer no próximo ano”.
Houve ainda oportunidade para os presentes tirarem todas as dúvidas e darem a conhecer o estado actual daquela secção do partido.
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terça-feira, 30 de setembro de 2008
Entrevista de Mário Ruivo ao Diário de Coimbra
“Coimbra não tem sabido escolher os melhores caminhos e as melhores personalidades”
Mário Ruivo - O que está por trás é a necessidade que existe no PS de voltarmos às referências ideológicas, aos valores aos princípios fundamentais. É essa a base da candidatura e a possibilidade que tem de ser concedida num partido de ter um debate político, aberto e plural, virado para a solidariedade e para a articulação com a sociedade civil.
DC - Que balanço faz dos últimos mandatos da Federação Distrital?
MR - Muito bem. Tenho assistido às maiores manifestações de marketing e de utilização de referências. Mas, os militantes são pessoas ligadas ao partido e pensam pela sua cabeça. E tomam as posições sem seguirem as referências. Este também foi um dos objectivos. Não excluir ninguém, mas já se sabe que terá de passar por uma fase de ruptura com personalidades ligadas ao aparelho.
DC - Quer concretizar a questão das manifestações de marketing...
MR - Quando se começam a invocar apoios, números de apoios e um conjunto de elementos que possam criar a ilusão da vitória, quando as pessoas têm de avaliar o que estão a tentar esconder. Se estiverem atentos, percebe-se que algo se está a tentar esconder.
MR - O seu desgaste, a sua falta de consistência e, o que é preocupante, as suas verdadeiras razões de candidatura. Fundamentalmente a tentar iludir com um conjunto de promessas situações em que se utilizam as fragilidades de alguns militantes que precisam da solidariedade do partido. Mas, pelo menos espero que cumpram todas as promessas antes das eleições.
DC - Mas já o têm acusado de utilizar o seu cargo na Segurança Social em proveito da sua candidatura...
MR - Já assisti às mais disparatadas acusações e isso é puxar o debate para o campo onde ele (Victor Baptista) sempre germinou, que é o debate pessoal, da pura intriga e maldicência. Como dizia o secretário geral a pior coisa é a política medíocre e da mera acusação sem qualquer fundamentação e muitas das vezes isso não é mais do que o resultado dos nossos fantasmas pessoais.
DC - E quais são, então, as verdadeiras razões da recandidatura do presidente da distrital?
MR - Mário Soares dizia há algumas semanas que há uma noção hoje da chamada política do imediato, da “real politic”, do sucesso a todo o custo. Mas eu sou de Esquerda e até tenho mais anos de militância socialista do que Victor Baptista. Isso não é relevante em termos de militância mas é-o no que são os princípios e a forma de estar na política. Convivi com personalidades do PS que desde o início me transmitiram que a política se faz de valores e de princípios e este jogo de poder é a consequência da afirmação e da vitória das ideias que nós queremos desenvolver. Não pode ser ao contrário. Não pode ser ter o poder para depois impormos as ideias. Isso é próprio dos regimes ditatoriais. O poder tem de ser uma consequência.
MR - Dizer a verdade aos militantes, ser frontal nas posições assumidas e voltar aos valores da esquerda, valores sociais para que se possa quebrar o desencanto da população face aos políticos. Hoje a população não acredita nos políticos. Este é um estigma criado fruto de um conjunto de procedimentos mas os políticos também têm dado um contributo importante para essa descredibilização. Os eleitores têm de acreditar nos projectos e nas pessoas e essas pessoas têm de saber que estão mandatadas para cumprir o que andaram a prometer. Vou garantir que os militantes serão respeitados, que as estruturas serão respeitadas e que as escolhas serão feitas ouvindo todos os que têm de ser ouvidos e não andarmos a fazer negociações ou meras imposições de personalidades. Repare, o que distingue a esquerda da direita é que a esquerda vive dos valores e a direita vive dos interesses. Mas, como dizia há dias o meu camarada Manuel da Costa, há aqui uma outra nota determinante da diferenciação. É que a pessoa de esquerda tem desapego do poder e quando entende que há outros melhores para desenvolver a sociedade e o partido não tem problemas em sair e voltar à militância de base. Um elemento com ideias de direita, defensor dos interesses e do poder, tenta não largar o poder a todo o custo.
DC - Quais são os objectivos mínimos para a futura Federação Distrital as próximas três eleições?
MR - Ajudar o PS a nível nacional a ganhar com maioria absoluta as legislativas, fruto do trabalho sério desenvolvido no país, ganhar as europeias e obviamente tentar manter as Câmaras do PS e conquistar mais algumas. Mas, atenção, não há salvadores de última hora e não se ganham eleições em seis meses. As escolhas para as câmaras já deviam estar no terreno há algum tempo, mesmo que em circuito fechado, debatidas e escolhidas. Devia haver uma orientação da federação para que em cada concelho já estivesse definido o perfil e o putativo candidato para se começar a fazer trabalho político.
DC - Sim, mas a nível local, concretize a “meta”.
MR - Nas legislativas ter seis deputados eleitos é um óptimo resultado. A ambição tem de ser manter. Nas Câmaras, devemos manter as que temos e ganhar pelo menos mais duas ou três, Coimbra, Figueira da Foz, Oliveira do Hospital e também acredito na possibilidade de conquistar a Câmara de Arganil.
DC - Coimbra tem perdido importância no panorama nacional. Uma questão agravada com as saídas de vários organismos do Estado.
MR - É tudo consequência. Coimbra, o distrito, tem perdido alguma importância a nível nacional porque Coimbra não tem sabido escolher os melhores caminhos e as melhores personalidades para defender o distrito. É o problema de deixarmos de andar neste processo das escolhas em função dos amigos, das relações pessoais, dos interesses em vez de escolhermos os que devem ser os verdadeiros protagonistas nem que para isso tenhamos de ficar na retaguarda. Nas listas é tão importante o primeiro como o décimo de uma lista. Todos têm de ser acarinhados porque deram um contributo importante.
MR - Aproveitar, por exemplo, a floresta porque é uma das grandes riquezas que temos. Mas, fundamentalmente, já o referi, há uma relação a criar entre a sociedade empresarial, a universidade e os políticos. Têm todos que fazer um debate alargado. A Universidade de Coimbra também necessita de ganhar confiança nesta relação com as empresas, com os concelhos, com as potencialidades de conhecimento, com os recursos disponíveis. Por isso tenho organizado vários debates. Ninguém pode ter a solução e vir prometer não sei quantos postos de trabalho. Não se resolve assim. Tem de se deixar de pensar na política do imediato e pensar sim em projectos que, por exemplo, ajudem à fixação da população, uma vez que a desertificação é um problema em crescimento. Nestes debates, tenho encontrado um conjunto de pessoas, entre elas muitos jovens, que têm apresentado contributos importantes que vão ser utilizados para um fórum que vamos organizar a 11 de Outubro. Pessoas que não vinham antes ao partido porque não havia debate.
DC - Para terminar, perguntava-lhe se tal como aconteceu na concelhia de Coimbra também na Federação Distrital, após uma campanha “quente e aguerrida”, será possível registar-se uma pacificação e até uma convergência como sucedeu entre Henrique Fernandes e Carlos Cidade?
MR - A minha posição é a de tentar unir a grande família socialista. Como o meu debate não é de cariz pessoal, não tenho rancor nem entro na pequena política. Estou disponível para unir e acolher na federação todos aqueles que tragam contributos importantes e venham debater política.
Entrevista publicada no Diário de Coimbra – 30-09-2008
Feita por: João Luís Campos
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A hora da mudança

E digo que a escolha dos militantes neste acto eleitoral é a mais fácil de sempre: está em causa escolher entre um passado “sem história” - onde o P. S. no Distrito de Coimbra perdeu a sua identidade, tendo sido decapitado completamente do debate interno – e uma corajosa opção de mudança e de responsabilidade, capaz de devolver o Partido Socialista aos seus militantes, aqueles que se emocionam quando erguem a bandeira de fundo vermelho com o punho fechado. E quando digo devolver o Partido aos militantes, quero dizer exactamente que actualmente a “liderança”do camarada Victor Baptista representa apenas um projecto pessoal de sobrevivência política, onde nem aqueles que o apoiaram no passado se revêm e muito menos acreditam. Aqueles que no passado, como eu, acreditaram, lutaram, sofreram pelo projecto que Victor Baptista defendeu quando se opôs ao camarada Luís Parreirão. Importa recordar que Victor Baptista, nesse congresso distrital, foi indignamente tratado por aqueles que hoje são os seus mais próximos seguidores e colaboradores. O tempo ajuda a interpretar a “amizade” e o sentido de algumas aproximações.
Compreende-se que o poder, quando é exercido demasiado tempo, desgasta, desmotiva e, principalmente, vicia os métodos e entorpece as ideias. Talvez tenha sido isso o que aconteceu nos últimos anos na Federação do PS de Coimbra. Como se compreende que Coimbra tenha perdido peso político nas esferas de poder nacional? Apenas porque os seus interlocutores, do PS, não representam essa importância, não são vistos pelos seus pares como merecedores desse reconhecimento. E esta questão não é apenas penalizadora para o nosso Partido é, essencialmente, para Coimbra, para uma região que se habituou ao longo da sua história a ter voz respeitada junto das instâncias do poder central.
A candidatura de Mário Ruivo surge num contexto de mudança e de inconformismo com a letargia que atravessa a estrutura do Partido, e apresenta um projecto de diálogo e de construção de uma nova credibilidade dentro e fora, onde os militantes sejam sempre parte activa na construção de uma sociedade mais justa e onde a condição humana seja dignificada. O autismo e a surdez política são muitas vezes as causas das derivas dos dirigentes. Quero aqui deixar uma palavra de grande admiração ao camarada Reis Marques pelo esforço e dedicação pessoal, de permanente aconselhamento ao camarada Victor Baptista, mas que este nem sempre ouve e segue, infelizmente. Na vida nem sempre se ganha, mas as convicções, as causas, os valores são inegociáveis e, por isso, acredito que os militantes do Partido Socialista saberão escolher o melhor projecto para dignificar uma região que está carente e desconsiderada.
À medida que se aproxima o acto eleitoral é quase normal que cresça a pressão sobre cada militante para decidir o seu apoio. E, também, é quase “normal” a prática de coações para induzirem a orientação de voto. Estou certo que os militantes irão escolher em liberdade de consciência o melhor para o futuro da Federação de Coimbra. Irão fazê-lo para “mudar as coisas”, para renovar e inovar. Dentro do PS respira-se uma onda de mudança, que se quer e se deseja. Estou certo de que esse desejo vai ter a sua expressão no voto secreto dos militantes, para darem um novo rumo a uma Federação moribunda e descredibilizada. Chegou a hora da mudança.
António Vilhena
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domingo, 28 de setembro de 2008
Conferência: “A Política no Feminino”
A conferência “A Política no Feminino”, realizou-se no auditório da Biblioteca da Câmara Municipal de Soure e foi moderada pelo seu presidente, João Gouveia. Como oradores, participaram no debate: Teresa Pedrosa, Teresa Coimbra e Carla Violante.
Como habitualmente, coube a Manuel da Costa, coordenador da Comissão da Candidatura de Mário Ruivo, fazer a apresentação dos convidados. Lembrou ilustres figuras do concelho de Soure e disse que “estas sessões servem para ouvirmos directamente dos militantes, as questões que mais os preocupam e trazemos especialistas das várias áreas, para que possamos fazer um verdadeiro debate político”.
Teresa Pedrosa, começou por felicitar a organização pelo tema escolhido. Questionou se será a “questão cultural” que impede que mais mulheres participem na política, lembrando que em Espanha há oito mulheres no Governo, enquanto em Portugal há duas e em pastas muito específicas: Saúde e Educação. Disse que “as novas gerações já estão a mudar algumas coisas, mas as quotas e a paridade são um mal necessário”. Para Teresa Pedrosa, “a família tem que partilhar as várias responsabilidades, para libertar a mulher para as actividades políticas”.
Teresa Coimbra começou por saudar a organização e as muitas mulheres presentes na sala. “No meu tempo não podíamos reunir”. Lembrou que é política há muitos anos e que era “filha dum político activo que foi preso e deportado”. Essa vivência formou-a como “uma mulher independente que sempre fez aquilo que achava que devia fazer”. Disse que por intermédio de Fausto Correia, “foi deputada ao abrigo das quotas”. Referindo-se aos partidos, em especial ao PS, afirmou: “Teremos que nos abrir à sociedade, se queremos ser ouvidos e respeitados”, disse a terminar a sua intervenção.
A líder das mulheres socialistas, Carla Violante, foi outra das intervenientes desta conferência. Começou por levantar uma questão, para uma sala maioritariamente feminina: “Será que estaríamos melhor num governo moderado por mulheres?”, para afirmar de seguida que “nada nos garante que assim fosse, porque as mulheres não são um grupo homogéneo”. Defendeu uma mudança de mentalidades, como forma de aumentar a própria auto-estima das mulheres. Para Carla Violante, “era preferível que não houvesse quotas, mas acho que é um mal necessário”. Referindo-se ao PS e a terminar a sua intervenção, afirmou que “enquanto militante dum partido de esquerda, não podemos prescindir de metade da humanidade (as mulheres) ”.
Seguiu-se depois o debate, muito participativo e animado, onde várias das mulheres presentes fizeram uma análise às razões que as levam a não ter grande participação política, mas que acreditam que essa situação já está a mudar e no bom sentido.
João Gouveia também concordou que algo está a mudar, mas que “cada vez faz menos sentido debater a política no feminino. Acho que há áreas para as quais as mulheres estão mais sensibilizadas”, disse o presidente da Câmara de Soure.
Dado ter sido uma sessão onde a boa disposição marcou presença, Mário Ruivo disse ao iniciar a sua breve intervenção, que “a política é para ser levada por princípios e valores, mas também com humor, porque também é assim que se discutem as coisas sérias”. Sobre a sua candidatura, disse: “estou aqui por convicção e assumo o patrocínio duma candidatura de ruptura. Somos um partido de militantes e não de personalidades”. Mais uma vez, e para não restarem dúvidas, disse que ganhando a Federação, continuará a trabalhar em Coimbra.
Saudações socialistas.
Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
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sexta-feira, 26 de setembro de 2008
ENCONTRO com as Secções de Santo António dos Olivais, S. Bartolomeu, Almedina, Sé Nova e Santa Cruz
Aquilo que seria mais uma reunião de apresentação da candidatura, transformou-se numa autêntica enchente, onde muitos dos militantes que quiseram ouvir o candidato, tiveram de o fazer no corredor, por já não haver lugar na sala principal.
A sessão foi aberta por Manuel da Costa, coordenador da Comissão da Candidatura, numa intervenção exclusivamente política, porque, como disse, “a nossa candidatura só discute política, porque é disso que o partido precisa. Não discutimos pessoas.” Acima de tudo, “queremos defender s estatutos” e alertar os militantes para estudos que apontam que “em 2015, 45% dos portugueses estarão a viver em Lisboa”, pelo que é importante discutir o que será o futuro da nossa Região Centro.
Mário Ruivo mostrou-se profundamente sensibilizado pelo número de militantes presentes, uma autêntica enchente, mais ainda porque nesse dia havia dois eventos que poderiam desviar muitos socialistas: o lançamento dum livro do ex-ministro da Saúde, Correia de Campos, e uma reunião de autarcas marcada pelo Secretariado da Concelhia.
O candidato lembrou-se do tempo em que aquela sala se enchia para discutir política. Está a protagonizar esta candidatura “pela vontade de muitos militantes”. Os valores que o motivaram são os da “solidariedade e da fraternidade”. Pelas visitas que tem feito no distrito, tem “encontrado muitos militantes de valor” e só se interroga “porque razão não foram incentivados a colaborar no partido, quando é isso que me dizem que gostariam de fazer?”. Sobre a organização, considera que há algo que está ao contrário: “em vez de ouvirmos o partido de baixo para cima, decide-se em cima para se impor em baixo”. Defende uma profunda alteração na forma como os deputados são eleitos. “Como tem sido, só respondem perante o presidente da Federação”, afirmou Mário Ruivo, para a seguir deixar uma questão: “alguém consegue dizer qual é o trabalho efectivo da grande maioria dos nossos deputados em defesa de Coimbra e da sua região?”. Foi uma intervenção longa, onde explanou detalhadamente todas as suas ideias, o que foi do agrado geral.
Passando ao debate, foram muitos os que quiseram intervir, para que todos os presentes soubessem que não estavam ali só para ouvir o candidato, mas também para dizer publicamente que apoiavam Mário Ruivo para a sua “candidatura de ruptura”. O debate aqueceu e galvanizou os presentes, quando alguns dos intervenientes disseram que “têm sofrido pressões”, o que é inadmissível num partido livre e democrático.
Luís Ramos – (Secretário coordenador de Santo António dos Olivais), André Pereira – (ex-secretário coordenador da secção da Sé Nova), Carlos Pinto – (Secretário coordenador da secção da Almedina), Apolino Pereira – (Secretário coordenador da secção de Santa Cruz), José Ferreira Nunes – Secretário Coordenador da Secção de Trouxemil), Carla Violante - Presidente do Departamento Federativo de Mulheres Socialistas de Coimbra e Vitor Gonçalves - Secretário Coordenador da Secção da Educação, já declararam apoio a Mário Ruivo, que conta também com apoio expresso dos secretários coordenadores de S. Silvestre, Antuzede, Assafarge, S. Martinho do Bispo e Brasfemes e das secções sectoriais: Emprego, Ambiente e Energia.
Sem dúvida que esta reunião, veio dar ainda mais alento a toda a vontade e determinação que Mário Ruivo tem emprestado a esta eleição interna. Tão significativa e calorosa participação, é um forte incentivo para qualquer candidatura.
Saudações socialistas.
Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
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quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Conferência: " Empreendorismo e Inovação"
Esta sessão, para a qual o(a) convidamos a estar presente, será moderada por Ivo Portela, presidente da Câmara Municipal de Tábua.
Mais uma vez, levamos aos militantes do distrito de Coimbra os temas que mais lhes possam interessar, de modo a que nos possam ajudar a encontrar os melhores caminhos e as melhores soluções, para a resolução dos problemas que afectam a Região Centro em geral e o distrito de Coimbra em particular.
Saudações socialistas.
Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
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terça-feira, 23 de setembro de 2008
Jantar/Debate em Assafarge - Coimbra
No âmbito da campanha para a presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, Mário Ruivo foi recebido por dezenas de militantes da Secção de Assafarge – Coimbra, que fizeram questão de lhe mostrar o seu apoio.
Foram vários os militantes que usaram da palavra, a começar por Joaquim Rodrigues, um dos organizadores deste jantar/debate, que deu o seu total apoio a Mário Ruivo, mas referiu que “estava ali só como militante, dado que a Secção de Assafarge optou por não apoiar oficialmente nenhum dos candidatos à Federação”.
Rodrigo Maia, referiu que “é preciso dar alento aos ideais do PS em Coimbra, onde no passado saíram grandes nomes para o PS nacional. Temos que voltar a promover a fraternidade, valor do PS, que criou o estado social, o Serviço Nacional de Saúde e outros sectores sociais”. Apoia Mário Ruivo para alterar o estado do PS em Coimbra, o qual “não está na vanguarda de nada, pelo que precisamos de novos protagonistas. São sempre as mesmas caras, há muito tempo”.
Cesário Rocha, que inicialmente nem apoiava Mário Ruivo, fez questão de lhe dizer publicamente: “Hoje digo-lhe que tem o meu voto!”.
Foram vários os militantes que quiseram intervir, ora para transmitir apoio, ora para que o candidato à Federação pudesse esclarecer algumas dúvidas que pairam no ar, que não beneficiam em nada esta disputa eleitoral. Entre outros, intervieram Fernando Cunha, Carvalho Nunes, Jorge Alves e Paulo Bernardo.
Mário Ruivo começou a sua intervenção por dizer que “estava ali a protagonizar a vontade de muitos militantes que querem uma mudança na Federação, mas também por convicção pessoal”. A sua vontade assenta na reposição dos “valores de sempre do PS, partido que não é propriedade de ninguém”. Em relação a algumas insinuações que lhe transmitem e sobre o que pensa fazer se ganhar a Federação, Mário Ruivo afirmou, num tom firme de modo a que não deixasse dúvidas a nenhum dos presentes: “Estou disponível para participar num debate interno com Victor Baptista. Façamos o debate para que todos os militantes possam ser esclarecidos”, disse.
Sobre a possibilidade de vir a ser deputado, reafirmou aquilo que anda a dizer há muito tempo: “Como presidente da Federação e se o PS ganhar as legislativas, não vou para deputado. Irei continuar a trabalhar na Segurança Social. Sou candidato para contribuir para a dignificação do PS em Coimbra. Mais claro não posso ser. Desafio Victor Baptista a sê-lo também, que há dois anos dizia que era a última vez que se candidatava e agora volta a sê-lo, e critica quem tem a ousadia de lhe fazer frente. Se quer a presidência da Federação para poder ser deputado europeu, que o diga claramente. Para mim isto é uma eleição política e não um debate pessoal”, afirmou Mário Ruivo.
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Pel'A Comissão Coordenadora da Candidatura de Mário Ruivo
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domingo, 21 de setembro de 2008
HOJE: "Jantar em Assafarge de apoio a Mário Ruivo"
Promovido pela Comissão de Candidatura de Mário Ruivo à Presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, realiza-se hoje, dia 21/09/2008, um jantar de apoio a Mário Ruivo com militantes de Assafarge - Coimbra.
O jantar/debate, vai realizar-se no Restaurante D. Maria, em Carvalhais de Baixo, pelas 20 horas.
Saudações socialistas.
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sábado, 20 de setembro de 2008
Conferência: "Desenvolvimento Sustentável do Mundo Rural – do Pinhal à Beira Serra”
A abrir esta sessão, Manuel da Costa, coordenador da Comissão de Candidatura de Mário Ruivo, justificou a razão porque estamos a realizar estas conferências, dizendo que “queremos ouvir as pessoas, militantes e independentes, porque não somos os detentores da verdade e queremos ouvir o maior número de opiniões. Acima de tudo, queremos por o partido a debater, de modo a procurar as melhores propostas para as populações da Região Centro”.
A sessão foi moderada por José Francisco Rolo, presidente da Comissão Política Concelhia do PS de Oliveira do Hospital e contou com a participação de António Campos (ex-eurodeputado), Sérgio Correia (especialista em floresta) e António Rochette (professor universitário).
José Francisco Rolo mostrou-se agradado pela iniciativa da candidatura em ir a Oliveira do Hospital debater as questões daquela região, enchendo por completo o salão do Hotel São Paulo, onde estiverem cerca de uma centena de pessoas, referindo que “é importante preservar o mundo rural como factor sustentável e como forma de manter e cativar as pessoas para esta região. O desenvolvimento sustentável está ligado a várias áreas, a começar pela própria economia”.
O professor universitário António Rochette, referiu-se à importância destes debates junto das populações e alertou para o problema do “envelhecimento da população e do abandono do mundo rural”. Esse abandono, além de outras razões, também está ligado ao facto de “muita da floresta pertence a pessoas que moram em Coimbra e Lisboa”. Defende a “divisão administrativa”, como forma de colmatar alguns dos problemas das zonas rurais e referiu que “é preciso olhar a serra duma forma diferente, como é o bom exemplo das aldeias de xisto”.
Para o especialista Sérgio Correia, “a floresta é importante no nosso concelho e é um excelente activo líquido”, para quem “ainda há um grande potencial de exploração da própria floresta”. Embora este ano tenha sido de alguma “sorte” em relação aos fogos, lembrou que “em 2003 sofremos uma catástrofe. As áreas ardidas não servem a ninguém, nem sequer para as celuloses”. Sérgio Correia defende que é preciso atrair os jovens e que “a gestão das florestas tem de ser feita por gestores profissionais”.
António Campos, ex-eurodeputado, congratulou-se pela iniciativa dos debates, como essencial na vida partidária. “Houve uma grande crise de alimentos, porque houve um grande desenvolvimento da Índia”, referiu o ex-eurodeputado numa perspectiva mais global, dizendo que “hoje já se diz que em 2030 não haverá floresta na Europa, devido às pressões dos bens alimentares”. Num âmbito mais nacional e local, António Campos é crítico em relação às prioridades, onde os responsáveis “em vez de se preocuparem como se trata a floresta, estudam como combater os fogos. Há florestas que estão em sítios que nunca deviam lá estar. São erros que se pagam caros. As folhosas são a essência das florestas da nossa zona”. Defendeu que “a floresta é duma riqueza extraordinária, mas estamos a produzir madeiras sem qualquer valor e a depois importamos madeiras de qualidade, como o carvalho e o castanheiro”. Para o ex-secretário de Estado da Agricultura e do Fomento Agrário e neste momento o maior produtor de maça bravo de Esmolfe, “o mundo rural bateu no fundo”, esperando que as entidades que gerem as Zonas de Intervenção Florestal /ZIF), “não estejam só à espera dos fundos comunitários”.
No final das intervenções da mesa, houve lugar para o fundamental debate, com alguns dos muitos presentes a colaborarem activamente para a discussão dum tema que conhecem bem, porque o vivem no dia-a-dia.
A terminar a sessão, Mário Ruivo sentiu-se satisfeito pelos contributos recebidos neste debate, porque, como disse, “o que queremos é ouvir as pessoas e receber os contributos de todos, com as mais variadas experiências. Estes debates também servem para aparecerem novos elementos e para o regresso daqueles que têm estado afastados”. Para Mário Ruivo, a realização destes debates, “é uma forma de estarmos a regressar aos princípios do Partido Socialista e com eles aparecem novos valores”.
Saudações socialistas.
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sexta-feira, 19 de setembro de 2008
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Sessão: "A Política no Feminino"
C O N V I T E
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Encontro em Arganil
Apesar de ali estarem para ouvir o candidato, a verdade é que foram vários os militantes que fizeram questão de usar da palavra, transmitindo a Mário Ruivo o que lhes vai na alma. "Espero que o Mário Ruivo traga novamente a democracia para dentro do PS"; "conte connosco, mas precisamos de uma mobilização das estruturas, desde as secções à Federação, passando pelas concelhias"; "a sua vitória, será mais ainda a vitória do PS"; "estava afastado, mas resolvi voltar com esta candidatura"; "ajude-nos a derrotar o PSD" e "há muito que não nos tratamos por camarada e nós somos um partido de união e é isso que queremos que volte a ser".
Estas foram algumas das muitas mensagens transmitidas ao candidato à Federação, pelos camaradas: Pedro Bordalo, Carlos Castanheira, Teresa Borges, Mário Vale, Paulo Batista e Ramiro Jorge.
Mário Ruivo agradeceu tão significativa presença e começou por dizer: "O que vos trago está nos estatutos. É preciso voltar à matriz ideológica do PS, ao tempo dos valores, princípios e ética democrática. Não podemos pactuar com a intriga política, a qual só descredibiliza o próprio partido". Afirmou que para estas eleições o que está em causa é um "debate político e não um debate pessoal". Reafirmou o seu compromisso de respeitar as decisões das diversas estruturas socialistas do Distrito. Disse continuar a acreditar que "os militantes da Concelhia de Arganil saberão escolher o melhor candidato. Vou respeitar e apoiar a escolha que vocês fizerem para ganhar a Câmara de Arganil".
Sobre a esperada vitória para a Federação, declarou que está disponível para unir o Partido, terminando com um registo divisionista e de grupos que só beneficiam quem os provoca. Sobre a desejável vitória nas legislativas, informou também que "não irei para a Assembleia da República. Sou muito mais útil para o partido na Região Centro, continuando a trabalhar em Coimbra e é isso que quero e vou fazer". Interessado em esclarecer e debater tudo, Mário Ruivo informou que está "disponível para fazer debates com o outro candidato à Federação para que os militantes sejam esclarecidos e não enganados como têm tentado fazer" e disse ter ficado muito satisfeito em saber que "muitos militantes voltaram ao partido, através da sua candidatura", apelando a que os militantes reclamem um verdadeiro debate da situação política.
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domingo, 14 de setembro de 2008
NOVAS CAUSAS PARA O TURISMO
Após mais de uma dúzia de anos a discutir o modelo de organização regional do turismo em Portugal, o governo procedeu à tão esperada alteração organizacional, sendo certo que, do meu ponto de vista, não é a que os agentes económicos do sector esperavam.
Ora se o modelo anterior, pleno de virtualidades quando nasceu, se foi esgotando ao longo do tempo, este novo modelo, do meu ponto de vista, já nasceu esgotado.
Foi pena que o Governo não tivesse aproveitado um trabalho feito pelo Prof. Dr. Vital Moreira sob encomenda do Secretário de Estado do Turismo do Governo do Eng. António Guterres. O Governo perdeu a oportunidade de criar cinco Delegações Regionais de Turismo, optando pela continuidade de um modelo que não é carne nem peixe.
Mas o que está feito, está feito, e não nos resta senão esperar pela Regionalização. Só com ela teremos verdadeiros Organismos Regionais.
É minha convicção que, com a candidatura e, consequentemente, com a vitória do Mário Ruivo nas eleições para a Presidência da Federação Distrital de Coimbra do P.S., se venha a verificar uma modificação profunda do estado a que, do meu ponto de vista, e estou certo de que não é só meu, chegámos.
O “ Ciclo de Conferências” organizado pela candidatura do Mário Ruivo, cujas acções têm decorrido e continuarão a decorrer pelo Distrito de Coimbra, proporcionando um conjunto de debates entre militantes socialistas e abertos à participação de cidadãos não inscritos no P.S., suporta essa minha convicção.
Por estas e por outras razões, apoio a candidatura do Mário Ruivo, com a certeza de que só assim seremos poder local e regional, criando as condições políticas que permitam influenciar, à semelhança do que em tempos aconteceu, as políticas nacionais, recuperando o já referido quadro de referência nacional que os militantes, os simpatizantes e os cidadãos do Distrito de Coimbra exigem.
António A. Vieira Lopes
Publicado no Diário de Coimbra a 13/09/2008
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sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Encontro Ança
Perante uma sala cheia o candidato falou no alheamento dos cidadãos face política, bem como na tendência generalizada dos próprios militantes do Partido Socialista ao afastamento gradual da participação política activa.
Mário Ruivo apontou como causas fundamentais para esta espiral de alheamento a falta de ética, verdade e respeito pelos militantes bem como a constante tentativa de camuflar através da intriga, do boato e da mentira a total ausência de verdadeiros projectos políticos.
O candidato defendeu que no mundo globalizado mas simultaneamente fragmentado em que vivemos, em que as tradicionais esferas de pertença (de carácter ideológico e sociológico) entraram em colapso, cabe aos dirigentes partidários a responsabilidade e a ambição de (re)encontrar novas formas de identificação dos cidadãos à política e à cidadania activa e que esse percurso se inicia exactamente no interior dos partidos políticos.
Assim, Mário Ruivo preconizou por um lado a transparência, a honestidade e o respeito pelos militantes e por outro o recuperar dos velhos e nobres valores da esquerda democrática e o inconformismo e exigência nos projectos políticos apresentados no próximo congresso. Defendeu que estas eleições devem representar mais do que a mera procura do voto pontual ou do apoio circunstancial dos militantes através do perpetuar de eternas promessas e da utilização da intriga e maledicência para preencher o vazio de propostas.
O candidato falou assim do seu projecto para a Federação do Partido Socialista convidando os militantes desta secção a contribuírem para a sua elaboração final através de propostas concretas ou da participação activa no conjunto de conferências que está a ser realizado no âmbito desta candidatura.
Para Mário Ruivo só a aposta neste tipo de iniciativas de debate interno e a apresentação de projectos políticos alicerçados nesta discussão e consubstanciados numa verdadeira visão estratégica para o distrito podem permitir a aproximação dos cidadãos aos partidos e fundamentalmente a Dignificação da política e dos políticos.
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quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Debate: " Desenvolvimento Sustentável do Mundo Rural – do Pinhal à Beira Serra "
No âmbito da campanha de Mário Ruivo à presidência da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, irá realizar-se no próximo dia 15/Setembro/2008 pelas 21,30 horas, no Hotel S. Paulo, em Oliveira do Hospital, uma sessão subordinada ao tema: "Desenvolvimento Sustentável do Mundo Rural – do Pinhal à Beira Serra", integrada no ciclo de debates "Novas Causas para o Distrito de Coimbra".
Esta sessão, para a qual o(a) convidamos a estar presente, será moderada por José Francisco Rolo, e terá a participação de: António Campos, Armando Carvalho e Sérgio Correia.
Mais uma vez, tivemos a preocupação na escolha dos nossos convidados. Só gente especializada e esclarecida nos poderá ajudar a encontrar os melhores caminhos e as melhores soluções, para a resolução dos problemas que afectam a Região Centro.
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domingo, 7 de setembro de 2008
Encontro em Taveiro - Coimbra
Foi mais uma oportunidade para o candidato à Federação explicar porque razão acha que é o militante mais bem colocado para gerir os destinos do Partido no distrito de Coimbra. Essa convicção vem ganhando força com o crescente apoio que tem recebido por todo o distrito. Acima de tudo, assume a diferença nos métodos de trabalho e na organização partidária e disse duma forma bem clara: “Se vier a ser o próximo presidente da Federação, como espero, e ganharmos as próximas eleições legislativas, é minha vontade continuar a trabalhar em Coimbra e aqui servir o meu partido e a minha região”.
No decorrer deste encontro, foi transmitido ao candidato a desmotivação que existe em alguns militantes daquela secção, devido à forma de funcionamento daquela estrutura, pelo que Mário Ruivo se mostrou disponível para colaborar, mas não para interferir. “Cabe aos militantes de cada secção, organizarem-se e escolherem os melhores para as mais variadas funções. Só militantes disponíveis, formam secções activas e dinâmicas”, referiu Mário Ruivo.
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sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Ciclo de Conferências
No próximo dia 15/Setembro, em Oliveira do Hospital, iremos organizar uma conferência subordinada ao tema: "Desenvolvimento Sustentável do Mundo Rural – do Pinhal à Beira Serra".
Ainda em Setembro, no dia 19, em Soure, iremos realizar uma outra conferência, subordinada ao tema: "A Política no Feminino".
Nas conferências anteriores, muito participativas, procurámos ouvir a opinião de gente especializada, militantes e independentes, mas nunca descurando a participação dos nossos militantes. Só um partido vivo a nível distrital, poderá ser uma voz respeitada na Região Centro.
É nesta procura de encontrar as melhores respostas para os problemas que nos preocupam, com resultados muito positivos, que nos levam a acreditar que estamos no bom caminho, pelo que iremos continuar a fazer uma campanha pela positiva.
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quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Encontro em Maiorca
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domingo, 31 de agosto de 2008
Jantar/Convívio na Tocha
Desta vez, mais do que uma sessão de esclarecimento, foi realizado um jantar/convívio, mas nem por isso se perdeu o essencial: saber o que o candidato irá fazer quando exercer as funções de Presidente da Federação de Coimbra do Partido Socialista.
Como sempre, e pautando a sua intervenção pela positiva, Mário Ruivo foi informando porque razão se disponibilizou a entrar nesta corrida. Objectivamente, informou que quer “devolver o Partido aos militantes, porque são eles a razão de ser do próprio Partido Socialista, assente na solidariedade, na ética e na liberdade”, defendeu o candidato à Federação.
Como tem acontecido, Mário Ruivo continua a mostrar a sua disponibilidade para se encontrar com todos os militantes do distrito de Coimbra. “É preciso que haja um debate livre e democrático e ele só pode ser feito directamente com os militantes, o que irá acontecer também depois da minha eleição”, afirmou Mário Ruivo neste jantar/convívio.
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sábado, 30 de agosto de 2008
Encontro em Eiras - Coimbra
Apesar de estarmos em pleno período de férias, ainda foram vários os militantes que quiseram ouvir pessoalmente o candidato.
Durante mais de duas horas, Mário Ruivo esclareceu todas as dúvidas e respondeu a todas as perguntas que lhe foram formuladas. A ideia era esclarecer e debater, e foi isso que o candidato à Federação do PS/Coimbra fez com determinação, esclarecendo cabalmente todas as dúvidas, mas sempre numa perspectiva positiva, como tem sido apanágio da sua postura durante esta eleição interna.
Mário Ruivo, a exemplo do que tem feito em outras reuniões com militantes, informou os socialistas presentes das razões da sua candidatura, que passam, entre outras, pela defesa da ética e da solidariedade socialista, promovendo um debate permanente com todas as estruturas do PS do distrito de Coimbra, porque é preciso ouvir os militantes em todas as alturas e não só em períodos eleitorais. É também importante que estes se mobilizem na vida interna do partido. Não é possível que os secretariados eleitos não reúnam, porque isso é um factor de desmobilização.
A terminar, Mário Ruivo informou que “não patrocinei qualquer candidatura às secções ou às concelhias, porque essa era a única forma do próximo presidente da Federação ser um aglutinador de todos os militantes do distrito de Coimbra”.
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